Árvore Solar

IFG tem árvore solar nos Câmpus Goiânia e Itumbiara

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Árvore Solar no Campus Goiânia do IFG

NOME ESTRANGEIRO

NOME ESTRANGEIRO

 

Feliz, Felizmar, felizberto,

Julião, não sei o certo.

Pode ser um deles ou não.

Os nomes daqui da cidade

São tao diferentes do certao.

Lá os nomes são nomes simples

Não existe complicação.

Esses tais nomes importados

Difíceis de ser pronunciados

Vem do outro lado do oceano

Reconhecida outra nação.

Não sei por que razão…

O sujeito não é nascido lá.

Não tem como explicar.

Será que como estrangeiro

Ele quer se passar?

Não! Não é isso não!

Não foi ele que escolheu seu nome!

Foi alguém querendo inovar!

Sem se preocupar com tal…

Se o sujeito ia gostar

A verdade é que ele foi falsificado

Com o tal nome estrangeiro.

Quem não o conhece

Pensa que ele é de lá!

Mas não, ele é brasileiro!

Só o nome que é.

Vai entender.

DEFENSORES DA DIDÁTICA

DEFENSORES DA DIDÁTICA

As amarras da didática

Para o acadêmico crítico

É um banquete requintado

Com conteúdos de cobranças

Em um raio de ações limitadas

A conter o produtor literário

Que na liberdade poética

Está a transgredir regras.

A individualidade do “ser”

Na sua manifestação como tal

É sublime na sua excelência

Agindo e dizendo, sou isso!

O isso o qual ele diz “ser”

É o principal qualificativo moral

Quando fundamentado na ética

Honrando e demarcando espaço.

Quando o pensador perguntou

“Ser ou não ser, eis a questão.”

Por certo ele traçou parâmetros

Pra chegar à esta conclusão.

Independente de, ser ou não ser.

Estar inserido no didático

Os chamados críticos didáticos

São defensores dele, de formação.

SEMÂNTICAS DA VÍRGULA

SEMÂNTICAS DA VÍRGULA

 

A Associação Brasileira de Imprensa

Ao tornar-se senhora centenária

Presenteou-nos com o uso da vírgula ou não

Em uma construção textual.

Quando no uso de apenas uma

Na separação de palavras ou números

Muda-se o sentido do dito

Provocando nova concordância.

 

O uso dela determina pausa ou não

No uso das mesmas expressões

Na estrutura textual de um texto

Alterando assim a sua semântica

Ou determinando prejuízo monetário

Ao usa-la em local propositado ou por engano

Por descuído humano ou intencional.

 

Para entender a importância da vírgula

Vejam as centanças abaixo descritas

E atente-se no que elas nos diz:

23,4 vira apenas 2,34;

23.400, tornar-se 234,00;

Sem a presença do ponto

Determina-se um novo valor

Segundo as pretensões autor.

 

Não, espere! Não espere!

Isso só, ele resolve! Isso, só ele resolve!

Vamos perder, nada foi resolvido!

Vamos perder nada, foi resolvido!

Não queremos saber! Não, queremos saber!

Não tenha clemência! Não, tenha clemência!

Ai está o resultado da virgvír.

 

Desta forma a ABI nos diz:

“A vida pode ser interpretada

E vivida de diversas maneiras.

Nós é que fazemos a pontuação!”

“Pontui sua vida com o que realmente interessa.”

“Isso faz toda a diferença!”

Contente-se com o que você “é” ou tem;

O valor à eles, é você quem dá.

 

“Se o homem soubesse o valor que tem a mulher

Andaria de quatro à sua procura.”

“*Se você for mulher, certamente

Colocou a vírgula depois de mulher.”

“*Se você for homem, colocou

A vígula depois de tem.”

Assim a vírgula e as suas semanticas

Foi o presente que a aniversariante nos deu.

 

VERBO “SER”

VERBO “SER”

 

Desde muito… Que eu

Sentindo-me impedido

De conjugar o verbo “ser”

Dizendo “sou”! De cabeça erguida

Ciente da certeza que “sou”

Exatamente quem eu digo “ser”.

 

Hoje, sem duvidar quando digo “sou”!

Ou tropeçar no “ser” ou não “ser”

Tenho certeza que “sou”

Exatamente quem eu digo “ser”!

Ciente que jamais serei

Quem eu digo não “ser”.

 

Um dia ao perguntar: quem sou eu?

A um sábio amigo meu

De pronto ele respondeu-me:

Tu és um grande poeta!

Surpreso com a resposta

Maravilhado e emocionado, fiquei.

 

Desde então, consequentemente, mudei.

O meu jeito de “ser” e de pensar

Crendo “ser” quem hoje “sou”

Sigo feliz o meu caminhar.

Exaltando a vida que a vida

Expontaneamente está a proporcionar-me.

 

Como poeta que hoje “sou”

Faço uso literal e preciso

Da semântica do verbo “ser”

Quando digo: “sou” poeta!

Mesmo sabendo que o que “sou”:

Pouco depende do meu querer.

 

Eis a questão do “ser” ou não “ser”.

Palavras de um grande “pensador”.

OUTDOOR

OUTDOOR

 

Ao ler Drumond de Andrade

O poema em que ele relata

A questão do eu etiqueta

Pus-me também a refletir.

Eu que jamais pensei

Um dia ser autdoor

Ou coisa com ele parecida

De repente assim, vi-me.

 

A imposição capitalista

Com suas grifis e marcas

Nos utensílios e utilitários

Transforma o consumidor

Em garoto propaganda.

Sem que ele isso perceba.

Não quero dizer que sou!

Mas, não posso dizer que não.

 

Após a leitura que fiz

Passei a viver um conflito…

Sem poder desvencilhar-me.

Conforta-me saber que sou

Mais um entre os demais, infelizmente

Vítima deste importuno jugo

Em dúvidas com a própria identidade

Em meio…  Ás coisas vivendo.

Sentindo-se como uma delas.

PALAVRAS E SUAS SEMÂNTICAS

PALAVRAS E SUAS SEMÂNTICAS

 

As palavras nas suas semânticas

Retratam o cotidiano humano

Em meio ao ambiente em que vive

Vivendo o seu dia a dia

Transpondo Barreiras visiveis e não.

Nill Eisner ao perguntar

“Nas cidades existe paredes”?

Induziu os leitores a refletir

Fazendo profundas indagações

Sob os mistérios da vida.

O invisível ao habitar

O corpo e o animar

Tornando- o manifesto.

Faz dele um mensageiro

Onde quer que ele esteja

Edificando e dignificando a vida.

Como pensante a pensar

O ser humano ao lembrar

Dos momentos por ele vividos.

Tem a oportunidade de aperfeiçoa-los

Dando-os novos significados

Nos enfrentamentos que virão.

Desta forma as palavras e suas semânticas

Ao serem pronunciadas são levadas

Além do imaginário humano

De um corpo físico limitado

Que na terra está a aprender

Construindo seu legado.

Palavras…, não são apenas palavras

São meios de assumir compromissos

E de aunciar o êxito alcançado.

Atentem-se às suas semânticas

E acreditem positivamente

Que o resultado virá.