HERÓI SEM MEDALHAS

Seu moço eu quero dizer, o que penso pra você, da vida de um cantador. Que nasceu lá no sertão, colhendo arroz e feijão, sem o reconhecimento. E sem condecoração, pelo trabalho prestado, no dia a dia do campo. É um herói sem medalha, que no campo de batalha, jamais se acovardou.

Está sempre a semear, a esperança e a fé, da fartura em abundância. Para o povo do sertão, travessando as fronteiras, chegando até as cidades. Desde o semear os grãos, este herói sem medalhas, acredita que virá. Mais uma grande colheita, para saciar a fome, de quem não pode plantar.

Cantando a esperança, todos os dias levanta, sempre ao cantar do galo. Que todas as madrugadas, faz pra ele serenatas, para o gado hordenhar. Desde o amanhecer, até o anoitecer, sua rotina é puxada. Cuidando dos a fazeres, tudo com muito prazer, e muita felicidade.

Este herói do sertão, ao cantar sua canção, expressa sua verdade. Cantando alimenta a alma, externando gratidão, com muita cinseridade. Por isso que nesses versos, recitados ou cantados, faço esta homenagem. Sentindo no coração, uma extrema gratidão, por este herói sem medalhas.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

VERDADES DA VIDA

Na vida, existem algumas verdades, das quais, não podemos evitar. São elas… Rotineiras, como: O nascer e o por do Sol, o amanhecer do novo dia, o fim de mais um dia, viver um dia após o outro. Nessa sequência rotineira, uma das coisas verdadeiras, é o nascer, crescer e morrer.

Se do pó viemos! E para o pó voltaremos! Todas essas pontuações, fazem parte do ciclo da vida! Vida essa… Que ao ser vivida, na amplitude das indefinições sequentes, como consequência de uma rotina, tudo faz parte dela. Se programarmos algo para daqui a alguns anos, parece muito distante. Até desistimos. Porém, se não programarmos, o tempo passa, quando acordamos, aquele número de anos já se foram. E nada no decorrer deles, fizemos. Essa é a mais dolorosa verdade.

Dolorosa verdade, por sabermos, que tempo perdido, é tempo irrecuperável! Não adianta correr atrás. O intervalo de tempo, entre a infância, e a idade avançada ou velhice, ao nele pensarmos, parece tão longo. Mas ao recordarmos a infância, tudo parece que aconteceu ontem, as emoções sentidas no momento, aínda se fazem presentes.

Esse desajuste da noção de tempo, é o que nos faz percistirmos na caminhada, pois, tudo parece estar dentro do tempo, quando na verdade está! O meu tempo é diferente do seu! O seu, é diferente do tempo do outro! Essa também é uma das verdades rotineiras, das quais não podemos evitar. E assim o tempo na sua rotina, passa. O que está destinado, para um fazer… Somente ele o fará.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

O POETA E AS PALAVRAS

Mergulhado na solidão da criação, o poeta sente brotar, nas profundezas da alma e do coração, palavras que externam sentimentos, e que por meio da inspiração retratam, as incertezas do cotidiano, ou não.

Ele, com muita sensibilidade e grandeza, ao externar sentimentos que o faz, “ser” especial e raro. Em um mundo em que a crueldade, originária da ambição muitas vezes, é de extrema violência e desumanidade. Não perde a esperança, que a paz reinará.

A dimensão em que vive o poeta, por certo vai além deste mundo. Mundo em que os ambiciosos líderes, imaginam que sufocando o inimigo, por meio de armas sangrentas e mortíferas, conquistarão a paz desejada e sonhada.

Esquecendo assim, o que disse o profeta: “Gentileza gera gentileza!” Se gentileza gera gentileza! Semear a paz, por certo colherá, paz! E consequentemente: Semear violência, colherá violência! Desta forma, a paz jamais será alcançada.

No ato em que a inspiração é consentida, o poeta muitas vezes não têm noção, do poder que a palavra por ele usada tem, devido a grandeza e a magnitude, da fonte em que ela foi extraída. Fonte esta que poderia ser chamada: Fonte da paz, e da inspiração universal.

Mesmo o poeta tendo conhecimento, do real significado da palavra, no momento espontâneo da inspiração, muitas vezes, ele não tem tempo para premeditar, as palavras a serem usadas, na estruturação da conjunção verbal.

Só em seguida a construção verbal, que o poeta, ao fazer a primeira leitura, depara-se com algumas interrogações, do que está a dizer. Caso ele, não tem o domínio das semânticas das palavras, ao consultar o dicionário, percebe-se, que elas estão contextualizadas. Isso, são coisas de poeta.

Nesse relato, o poeta está a declarar, que o poeta, simplesmente… É poeta! E não um ser programável. Por mais que as instituições de ensino as dêem, técnicas da construção textual, elas não têm o poder de darem à ele, o dom da inspiração.

Desta forma, o poeta e as palavras, unidos pelos destinos em comum, seguem juntos na caminhada, rumo à eternidade que os espera. Semeando esperança e fé, que na terra, a paz um dia reinará. Confirmando assim que as palavras do poeta… Não foram palavras em vão.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

EU… VOCÊ…

Sem a tua presença, a vida é um vazio, tudo é solidão. O coração coitado, agonizando bate, buscando a respiração. Sem o ar para respirar e me oxigenar. Com o mundo… Perco a conexão. Pois, tu és a razão de eu ser. Meu ponto de equilíbrio e de prazer. Motivo de eu viver. 

Talvez você pensa: Nossa… Tudo isso? Ou… Só isso? Se um dia oportunidades eu tiver, na tua presença…  Por certo lhe direi muito mais! E farei coisas, que somente os grandes amantes, são capazes de fazerem.

Enquanto este momento não chega, vou vivendo meus devaneios, sem a tua presença. Se a esperança é a última que morre, por certa ela será a travessia, que farei em tua direção, para chegar junto à ti.

Quando este momento acontecer, por certo não terás mais dúvidas, do quanto eu a amo. Aí, nossos dias serão, uma sequência de momentos felizes, embalados pelas delícias do amor. Eu… Você… Nunca mais, o desprazer da solidão

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

NOVA EXISTÊNCIA

O processo doloroso e lento da morte, em seguida ao nascimento do ser, é um mixto de felicidades e tristezas, vitórias e derrotas, aos poucos acumulados, gravados na retina dos olhos e na memória do sujeito. Provocando nele estímulos diversos, de sentimentos a manifestarem-se.

Dentre esses sentimentos, os mais controvérsios são aqueles, provocados pelas e tristezas e derrotas. Ambos têm o poder de provocarem, no sujeito o desprazer. Principalmente, no ato do acontecimento. Porém, com o passar do tempo, eles, ao retornarem-se às memórias, podem provocar até mesmo saudades. Saudades de um tempo que se foi, e não volta mais.

Desta forma, em cada momento vivido pelo sujeito, nele fica retidos situações da morte lenta e dolorosa, as quais, sempre que são lembradas, provocam no sujeito, novos sentimentos, de prazeres ou desprazeres, que não pode serem evitados. Por cada momento deste vivido, soma-se mais uma experiência de vida, as quais, os seres vivos estão expostos.

Desta forma, no processo lento e doloroso da morte, na medida em que o tempo passa, as coisas vão acontecendo, a resistência do corpo físico vai se exaurindo, as forças diminuindo, até que em um belo dia, a morte da matéria animada é concluída. O que é da terra, retorna à terra. Em seguida ser transformada em pó, na terra ela se íntegra-se novamente, e some aos olhos humanos, dando início, à uma nova existência, sequênciando o siclo da vida humana.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

POTENCIAIS VÍTIMAS

A instalação do caos, em parte da classe média a baixo do eleitorado, é de fundamental importância para as lideranças partidárias, que almejam instâncias superiores nos cargos eletivos. A partir do momento em que o caos é instalado, os então eleitores das classes sociais citadas, ficam em total dependência e carência das ações políticas, objetivando a solução do problema. Nesse momento qualquer ação paliativa incrementada, passa a ser de grande valia, para as então vítimas do caos.

A classe média como linha divisória ou parâmetro, é devido a falta de definição precisa, de quem são os seus sujeitos. Uma vez que os tradicionais sujeitos da classe média, têm estrutura de vida permanente diferenciada. Dos então emergentes que por meio de um emprego rentável, passaram a ter status de classe média. Mas caso eles perdem as cifras deste emprego, na prática, eles retornam aos dramas das classes baixas. Mesmo que psicologicamente eles demorem a aceitar, a nova realidade das suas condições de vida.

O paralelo das classes sociais têm o objetivo, de ilustrar o número elevado de vítimas, vitimados pelo caos premeditadamente instalado, para viabilizar práticas não lícitas, a proporcionarem aos então líderes, a reeleição por eles almejada. Mas existem também sujeitos, com padrões de vida estruturados, à anos herdados da situação financeira familiar, que não são atingidas pelo caos premeditado. Desta forma para efeito da reeleição, a instalação do caos no Brasil, tende a perdurar por anos e séculos, como cultura administrativa da distribuição de renda das suas riquezas. O difícil é saber que existem pessoas, fáceis de serem conduzidas por estes idealistas, mesmo na condição de potenciais vítimas.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

PAI PRESENTE

Hoje… Ao ouvir a pergunta, o que é ser pai? Mergulhei nas profundezas da instituição família. E fiz uma viajem ao passado, nos meios em que convivi desde a infância. Nesta viajem deparei-me, com instituições família, bem familiares, que ao passarem pela minha vida, deixaram muitas recordações, de momentos, atitudes individuais e coletivas, que marcaram. 

As atitudes individuais e coletivas do passado, no âmbito das famílias, representavam a identidade das mesmas, e eram de fatos. Sempre que um recém chegado, chegava em um lugar desconhecido, ao fazer os primeiros contratos, era perguntado: De que família você é? O nome da família citada como sua, funcionava abrindo as portas ou fechando. Com desejos de: Seja bem vindo! Ou não. Dentre outros qualificativos da instituição família, que ficaram perdidos no tempo. Dos quais, no momento, deles lembrei. 

Em silêncio, comecei a responder: Ser pai, é assumir o compromisso de resgatar, a representatividade da instituição família, que ficou perdida no tempo, devido a banalização da mesma. Quando mães em tenra idade, ainda brincando com boneca, passam por este processo de transição. 

E outras que mesmo na idade certa, não assumem o compromisso de serem mães. Até mesmo devido ao fato, de ao serem perguntadas, não terem a resposta pronta. O erro não é apenas delas! Pois, não praticaram o ato da procriação sozinhas. Por certo a criança tem o pai, mas não cumpre o seu dever. 

Enquanto outros pais, mesmo convivendo com os filhos no mesmo lar, tornaram-se pais distantes. Pouco sabem dos filhos! E como se não bastasse, não assumem a responsabilidade da educação, e da formação profissional, para que na idade certa, estejam preparados para o enfrentamento, das desiguais demandas da vida. Assim avancei na resposta, do que é ser pai, com outras respostas mais. 

Tive também o entendimento, que as minhas respostas como pai, não abrangiam todos os requisitos do que é ser pai. Isso, na abrangência dos seres humanos, preocupados com a importância, de tornarem-se, pais. Não precisamente por incompetência! Mas sim devido ao fato, de cada “ser” viver os limites do seu conhecimento, experiências, e possibilidades. Mas, a manifestação do amor, e da presença como pai, muitas vezes, supera outras necessidades. Porém, para isso acontecer na prática, tem ser um pai presente. 

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

O QUE É A IDOLATRIA?

O que é idolatria? Na conjuntura política em que vivemos, é bom que se faça esta pergunta, várias vezes ao dia. E ao se perguntar, usar o senso crítico buscando discernimento, nas ações do então ídolo. O ídolo nada mais é, que um ser humano normal, cheio de pretenções e ideais. Porém, como os demais, é passivo de erros e acertos.

Diante das deficiências normais do ser humano, em se tratando de política, é bom não ter o político como ídolo. Pois, a idolatria é um câncer social a provocar, inúmeros efeitos colaterais, como: Falta de visão, incapacidade para dinamizar o raciocínio lógico, perda da autoestima, pois: Passa a fazer as coisas que o ídolo defende, ou seja: Perde a própria identidade e a capacidade, para assumir os próprios erros e acertos. Como se o ídolo, fosse um ser perfeito.

Dentre outros efeitos da idolatria, também podemos citar o mal de auzaimer. O idolatra esquece o passado do ídolo, anulando as suas falcatruas, pravocando em si próprio, falta de coerência. Porquê: Mesmo o ídolo tendo praticado, as mesmas práticadas pelo adversário. As práticas do ídolo, são por ele perdoadas e anuladas. Enquanto as do adversário e consequentemente, ele, ambos, pelo idólatra são punidos.

Este é um pequeno apanhado dos efeitos colaterais, provocados pelo câncer da idolatria. Sem esquecer que é lícito, ter a opção política, e que devemos pratica-la. Ela é tão essencial para o ser humano, como o ar que respiramos, está em nossas veias, em nossas lembranças, e faz parte do nosso pensamento ao buscarmos, melhores opções de vida. Tanto no contexto individual, quanto no coletivo.

Seja você militante político. Porém, sempre perguntando, o que é a idolatria? E usando o senso crítico, para obter melhor entendimento do que ela é. Principalmente, em se tratando da política. Não seja idólatra! Evite os efeitos colaterais por ela provocados! Eles, tanto podem te afetar idividualmente, quanto no coletivo. Pergunte sempre: O que é a idolatria? E siga.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

AMOR COMPARTILHADO

Nos versos calados, alados, a essência do amor está implito, nas suas palavras. A embalar os sonhos das amantes, em silêncio, ouvindo apenas, o som que exala do pensamento, como mana, a saudade a alimentar. 

Em cada verso escrito e lido, o amor, nele está a manifestar, como o perfume, a flôr a exalar, liberando a mais pura essência. Para que os amantes, ali ao passarem, possam, ele sentir e degustarem, do amor o mais doce sabor. 

Nessa interação, de extrema sinceridade do amor, ao externar a verdade, não há coração que resiste! Assim, à este amor, a presa se entrega, sem nenhuma reserva, como escudo, dos prazeres que ele proporciona. 

Desta forma, o amor como ato, da prática, de conjugar o verbo amar, nas suas múltiplas facetas de manifestação, tem no coração a fonte, e o estupinho, que acende por meio do carinho, fazendo acontecer em reciprocidade, na única forma, para que o amor, possa fazer-se existir. Amor compartilhado, com a pessoa amada. 

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

EXTREMA CUMPLICIDADE

Seguindo a rotina da vida, na dinâmica da construção da história da nação, o que acontece hoje, tende a ocultar o que aconteceu ontem. Devido a importância que damos, ao que acontece aqui agora. Mesmo não sendo tão importante, quanto. Isso faz parte da natureza humana, tanto no contexto normal. Quanto no contexto propósito. Porém, o mais importante é que, o que dela nos interessa, fica nas narrativas arquivadas, tanto nos bancos de dados. Quanto no arquivo das nossas memórias.

Esses arquivos estão a nos proporcionar, viagens interessantes ao passado, como o retorno aos dias de Getúlio Vargas. Ele, ao anular seus projetos pessoais, em prol da nação. Inconformado, além de nominar as forças que o forçava assim agir, como forças ocultas. Em função da sua não concordância, deu fim à própria vida. Por ser ele um ser humano normal, não foi acertivo em tudo, mas deixou nos um grande e importante legado.

As mesmas forças ocultas, as quais Getúlio, assim as nominou. Nos dias de Jânio Quadros, ele usou, como símbolo da sua campanha e projeto político, o empunhar a vassoura para varrer, as sujeiras das instâncias governamentais, que dificultavam a governança da nação, naquele momento. Ou também! Pois, são elas as mesmas forças ocultas, dos dias de Getúlio.

No decorrer de algumas décadas, muitas coisas aconteceram. Como o golpe e o regime militar instalado. Nem tudo foi ruim. Se puxar os arquivos do PIB naquele momento, verás, que ele chegou a crescer, oito por cento ao ano. Assim como algumas construções estruturais, importantes para a nação.

Mas não podemos esquecer, que tudo isso teve um preço. Devido a persiguição política, pessoas perderam suas vidas. Outras foram expulsas do país. Direitos à cidadania, como o de manifestar a própria opinião, foram retirados dos brasileiros. É bom que se diga também, que quando o governo militar percebeu, que a governança do Brasil estava ficando inviável, por motivos financeiros, e também por falta de idoneidade dos seus gestores, passaram então a bomba, prestes a estourar, da mina de outro que é o governo brasisileiro, de forma pacífica, sem derramamento de sangue, ao governo civil.

Naquele instante, o Brasil passava por turbulências políticas, não muito diferentes das do momento. Com uma diferença: Naquele momento, o Brasil tinha um nome, o qual, à ele foi dado o título de “conciliador”. Quando verdadeiramente era, nas suas ações, fazendo jus ao significado do seu nome. Mas, a Divindade Superior, talvez tendo o conhecimento, da impossibilidade de transformar o Brasil, no verdadeiro país do futuro, por meio dele, o poupou. Horas antes da sua posse no governo brasileiro, retirou-lhe a vida.

Já nos dias de Fernando Collor, ao ser ele eleito, como: “O caçador de marajás”! Os quais, nada mais eram, que as forças ocultas do passado. Logo nas primeiras horas do seu governo, proporcionou aos brasileiros, o maior prejuízo que já tiveram, por meio de um plano de governo. O qual em pouco tempo foi revelado, como um dos principais e maiores marajás, que o Brasil já teve. Quando o mesmo, foi um dos motivos, da cassação do seu mandato.

Desta forma, os “super poderes”, que influenciam no governo brasileiro, de tempo em tempo, recebe um nome. Como se fosse também um fato novo. Quando na verdade não é! Faz parte de uma cultura, que à muito impera no Brasil, levando-o rumo ao abismo. Hoje as forças oucultas, marajás, tanto faz, o nome que foi dado! São os mesmos corruptos, que usurpam os cofres da nação, lavando-a, ao nível de falência. Perdurando assim, as suas deficiências, como impossibilidades administrativas. Quando, dando sequência aos líderes do passado, são eleitos como portadores da solução, para a extinção da hoje “corrupção”. Mas, em pouco tempo revelam-se, não apenas como também corruptos. Mas como líderes de organizações, que viabilizam a sua prática, governando com extrema cumplicidade. Assim, infelizmente, a história do Brasil é construída.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho