PRÓPRIO DESTINO

Desvendar, o que é a vida, não é fácil! Isso, devido ao fato de ela, não ser instituição padronizada. Onde, os parâmetros de uma experiência, na composição de uma existência, não é o ideal a ser aplicado, na vida de segundos ou terceiros. Pode até servir como exemplos, para que o sujeito possa, traçar o próprio destino.

Ter consciência, das especificidades individuais, que cada ser está a apresentar, é grande parte, do caminho a ser percorrido, para o sucesso ser alcançado. O importante é ter consciência, dos qualificativos individuais, e ter deles o domínio, para que se possa fazer, a melhor colheita.

Super valorizar o que não teve, e o que não tem, é um grave erro, em direção ao abismo. Enquanto, ter consciência do que é, do que tem, e do que se pode fazer. É dar foco ao próprio potencial, valorizando-o e aperfeiçoando, para que à cada dia que se passa, possa tornarem-se melhor, saindo da rotina da mesmice. Tenha você conciência, do seu próprio eu, e siga na construção da tua história. Pois… Ela não pode ser fundamentada na vida do outro. Você… É dela o piloto.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

QUALIFICATIVO PERMANENTE

O “ser” e o “estar”. São duas condições humanas, que devem ser observadas com mais critérios, para se obter melhor discernimento, entre as duas. Usar qualquer um desses termos, um no lugar do outro, é erro! Passivo de ser enquadrado, como falso testemunho.

“Estar”… Pode até ser subentendido como qualificativo pessoal. Porém, sem abrangência ampla, territorial e atemporal. Estar gerente, estar encarregado, estar chefe de departamento. Assim como estar gestor de uma pasta governamental, em qualquer instância do governo; é coisa passageira. Hoje, você está. Amanhã, pode não estar mais.

“Ser”… É diferente! Ser é qualificativo pessoal duradouro. Quem fez-se “ser”… Foi ontem! É hoje! E será amanhã! É uma condição imutável! A qual… Só pode ser ampliada, melhorada, enfim: quem é! Sempre será. Este qualificativo pessoal, não é aconselhável ser usado, quando a pessoa está a ocupar, apenas um cargo de confiança, passageiro. “Estar, não é qualificativo permanente. Por isso devemos ter cuidados, quando falamos ,sou! Assim como quando falamos, estou! Esses dois vocabulos, não dizem as mesmas coisas.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

BENEFICIADOS DO SISTEMA

O desmonte das instituições de ensino, da segurança pública e do sistema de saúde no Brasil, hoje. É fruto dos desgovernos sequentes, quando um diz: Eu sou a solução! No decorrer das campanhas políticas. Mas em seguida o resultado das urnas, tudo é continuidade, na irresponsabilidade.

O ideal séria o novo governo, dar sequência no trabalho do anterior, realizando os projetos em andamento… Concluindo-os primeiro. Para evitar obras paradas, gerando prejuízo aos cofres públicos, e consequentemente à toda nação. Simplesmente, pelo objetivo de detonar, o nome do adversário. E de forma inconsequente, apoderar-se, de parte das suas realizações, como se fossem obras, realizadas por ele. Isso é falta de respeito e competência.

Esses saqueadores, de direitos autorais, das obras públicas, usam os grupos sociais, para se popularizarem, indignamente, objetivando outros ideias. Alimentando a vaidade política, e o poder de decisão dizendo, sou! Seguindo em via de mão única, ignorando os que o colocou no poder. Privilegiando seus cúmplices nas falcatruas, e não a nação como um todo.

São esses, motivos suficientes, para no próximo pleito eleitoral, escolhermos melhor nossos representantes, para ocuparem os devidos cargos eletivos, na amplitude dos entes federativos. Se o voto é a nossa principal arma, para lutarmos contra a estrutura que aí está, vamos fazer melhor uso dele. Sem deixarmos ser levados, pelos beneficiados do sistema, que nele estão.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho