PROGRESSO ADORMECIDO

O fato de vivermos, em um planeta de teste, explica e torna mais aceitável, a convivência de seres e saberes, dialogando entre si, consiliando as divergências. Quando, cada um vivendo, o limite do seu conhecimento, é capaz de falar apenas, do que individualmente, já tem o domínio. Isso provoca conflitos, uma vez, que fundamentado na própria experiência e conhecimento, o sujeito constrói a sua verdade. E essa verdade, contraposta às outras, na individualidade dos seres e saberes, por natureza é divergente.

Porém, no momento contemporâneo, que estamos vivendo, ao elevarmos essas divergências, na amplitude da humanidade, quando, individualmente, todos os seres e saberes, têm os mesmos direitos de manifestarem-se, tanto nos diálogos presenciais, quanto nos diálogos a distância, por meio da Tecnogia da Informação. Constamos nas divergências, o quanto é difícil encontrar, o rumo ideal a consiliar, todas as proposições apresentadas, para o atendimento das demandas.

Ter o discernimento ético, do que é a Tecnologia da Informação, e fazer bom uso dela, é a questão. Por meio dela, faz-se real, todas as tendências humanas, a buscarem o que lhes interessa, individualmente. Nesse conflito de interesses, diante da aceitação popular, o ético e o não ético, têm o mesmo peso, e duelam na mesma dimensão, buscando conquistarem espaços. Quando o ético é o vencedor, novas dimensões são conquistadas, nesta infinita escada. Mas, quando o vencedor é o não ético, não se perde os degraus conquistados. Porém, fica no tempo parado, com o progresso adormecido, enquanto não é definido, o caminho ético a ser seguido.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

DOM DA VIDA

O básico do conhecimento humano, diz que a teoria lógica da vida, é: Nascer, crescer, envelhecer e morrer. Sendo que, no espaço de tempo, entre o nascer e o morrer, o sujeito acumula experiências e conhecimentos, de forma individualizada, quando, cada um desenvolve o seu, eu. Mesmo, agindo como propagadores da multiplicação dos qualificativos individuais, como professores e alunos ao mesmo tempo.

Fundamentado nas próprias experiências e conhecimentos, acumulados, no meio em que o sujeito vive, muitas vezes, ele pensa que tudo sabe, da vida. Como se o mundo e a vida rezumissem, na microregião em que ele vive. Sendo que, muitas vezes, o sujeito mal conhece, o arredor da própria casa. Não que isso seja errado. Ou que tudos deveriam ter, a inquietude de buscarem, novos conhecimentos.

Na verdade, quando a gente tem a oportunidade, de ir além do próprio conhecimento, rompendo as barreiras do mundo imaginário. E vê a beleza e as grandezas das arquiteturas, edificadas pelos homens, já fica maravilhado. E caminhando um pouco mais, conhecendo as belezas naturais, edificadas pelo Criador, descobrimos, o quanto somos pequenos, e o quanto pouco sabemos.

Como exemplo podemos citar, as belezas da Chapada Diamantina, com a exuberância da sua topografia. Localizada no Estado da Bahia, Brasil. De formação rochosa única, com montes, planices e cavernas. Rios, cachoeiras, vegetação típica. Enfim: Biodiversidade sem igual. Onde o ser humano, que lá está a viver, tem o privilégio de ser, morador daquele lugar. Isso em se tratando, daquela região. Mas, em vários outros lugares, o Criador deixou a sua marca, como arquiteto do universo que ele é. Fundamentado no próprio conhecimento, buscando entender melhor a vida, este seu eterno aprendiz, e da literatura poética, desenvolveu esses versos, para dizer-lhes, o quanto ele pouco sabe. E agradecer ao Criador, pelo valoroso dom da vida.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho