CONOTAÇÃO E DENOTAÇÃO

Ser poeta, é ter a oportunidade de tornarem-se, eterno aprendiz. O poeta ao viajar, na conotação das palavras, está sempre a buscar, além do seu conhecimento, algo que se faz presente, no imaginário humano. A imaginação.

Mesmo ele na vida prática, na rotina do dia a dia, não tendo ainda vivido, as experiências as quais, ele está a relata-las. Por meio do seu imaginário, adentra situações alheias, e com a sua sensibilidade, as vive como se fossem reais, na rotina dos seus dias.

Sempre que isso acontece, a manifestação poética, que brota da sua essência, de repente, o trás novos vocabulários. Vocabulários esses, que levam o, a pesquisar, o que eles estão a dizerem. Para que na construção textual, estejam contextualizados.

Assim o poeta está, sempre a aprender, enriquecendo o seu conhecimento. Desta forma sem dúvidas, pelo Criador ele é privilegiado, na missão que está a cumprir. Vivendo experiências, após experiências, convivendo e aprendendo, a vida ele vai vivendo, percorrendo seus labirintos, de conotação e denotação.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

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