INATA CAPACIDADE

Para parte dos críticos literários, escrever na primeira pessoa, não faz parte do poder de criação, que o produtor literário tem que ter.

Como se o produtor literário, fosse uma existência alheia, às demandas do reino humano, incapaz de falar dos seus anceios e desejos.

Mas o produtor literário, é um exímio transgressor das regras, do estilo padronizado estipulado, pelos pretenciosos doutores do conhecimento.

Que ao manifestarem seus julgamentos, transgridem os sentimentos humanos, manifestos na produção literária, a qual está sendo julgada.

Assim os produtores literários, seja falando na primeira ou na segunda pessoa, estam sempre a falarem da vida, por meio da inata capacidade de manifestarem-se.

Este é o grande segredo, presente na diferenciada espécie humana, por meio da individualidade dos seres, na liberdade ética de fazerem-se existir.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

CAMINHO A SER SEGUIDO

Desde quando os seres humanos, foram elevados à condição de semedeuses, graças ao poder e a bondade do Criador, por causa da sua desobediência, conforme está escrito em gênese. Neles foi desperto o senso crítico, e a capacidade de julgar e serem julgados, sem o dom, de serem apenas acertivos, ao delegarem as suas sentenças.

No embate dos seres e saberes individuais, ao fazerem uso do senso crítico, consequentimente os julgamentos e suas sentensas, são efetivados. Por meio das divergências e convergências, manifestam seus anceios e desejos, a buscarem de uma forma ou de outra, a almejada sobrevida.

Assim, desde quando foi consedido, ao seres humanos o dom de semideuses, precisar o índice de malefícios e benefícios, humanamente é impossível. No contemporâneo humano, divergências e convergências, ao serem acirradas, o extremismo radicalizado, leva os seres humanos, à duas frentes de atuação, sem manifestar tolerância e sabedoria, nas então divergências acirradas.

Mas, pelo outro lado as convergências, de senso crítico humanizado, ao ser induzida pela própria semantica, está a produzir bons frutos, semeados pelo poder do diálogo. O qual nos momentos críticos, está a promover paz, harmonia e felicidade, fazendo que os seres humanos, sejam pacíficos nos seus atos. Este é o caminho a ser seguido, por toda humanidade.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

ERA CORONAVIROS

Ainda não foi discutido e definido, o nome a ser dado, ao momento que estamos vivendo. Anteriormente vivíamos, em perfeita harmonia e calmaria, construídas por meio dos conceitos e preconceitos, que os seres humanos, fundamentavam suas vidas. Ai veio o invisível coronavirus, um ser misterioso, difícil de ser definido, verdadeiramente quem ele é! Mas por certo o nome a ser dado, ao momento que estamos vivendo, será: Era Coronavirus.

Este ser invisível não bem vindo, sem bater na porta ou pedir licença, adentrou a vida humana, mostrou e continua mostrando, todo o seu poder, vencendo barreiras físicas e imaginárias, a milênios edificadas, pela diferenciada espécie humana. Por meio da sua desumana ação, está provocando destruição, sem demonstrar compaixão ou piedade, à indefesa espécie humana. Provocando revolução, em várias frentes de atuação, do ser humano nas transformações.

A revolução que a tecnologia da informação, não conseguiu promover, na evolutiva espécie humana. O coronavirus veio dar, a sua indispensável contribuição, para que a então revolução, possa de fato acontecer. A sua inoportuna presença, está a provocar drasticamente, de forma brusca sem planejamento, uma evolução tecnológica e humana, que os então seres humanos, não seriam capazes de imaginarem, de que forma ela poderia acontecer. Mas está acontecendo.

Seja, na tecnologia da informação em si; no processo de comunicação; nas pesquisas realizadas, a buscarem novos inventos. Como no desenvolvimento de aparelhos hospitalares; desenvolvimento de vacinas e medicamentos, Etc. Mas também veio derrubar, as potenciais barreiras imaginárias, construídas pelos seres humanos, por meio da sua arrogância e poder, tornando-os mais tolerantes e toleráveis.

Nessa mudança de comportementos, o coronavirus está tornando-os, mais pacientes e humanizados, moldando seus comportamentos, de forma globalizada generalizada. Sem que ninguém seja privilegiado. Colocando o ter e o ser, de forma equilibrada igualitária, como diz o dizer popular: Juntos no mesmo saco. Ainda não tem previsão, de quando este momento vai passar. Mas por certo, o nome à ele a ser dado, será: Era Coronavirus! E por muito será lembrada. Nos textos populares e acadêmicos, será eternizada de fato, como: Era Coronavirus.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho