SUJESTIVOS … VERSOS

Quando o poeta diz: *”Caminhando e cantando, seguindo a canção, somos todos iguais, braços dados ou não!” Tudo parece afirmativas, de um povo que está a viver, a paz que do governo emana. Mas quando ouvimos um pouco mais, a sequência da canção, descobrimos o quanto ele, nos seus versos melódicos está a retratar, a ansiedade de um povo, prestes a sair do comodismo, para fazer acontecer.

Isso”Mas para fazer acontecer”, não basta ser um povo trabalhador, próspero e focado no progresso, e no bem estar da nação. Diante do dualismo que existe, nas ações dos bastidores do governo, nas gestões contaminadas, pelo vírus da corrupção. O sair do comodismo está a dizer: Não vamos mais aceitar, os oportunistas das ações governamentais, pousando de anjos do bem, desviarem os fomentos destinados, às classes trabalhadoras destes país, por meio dos projetos sociais, rumo ao bolso dos mal feitores.

As formas que este povo têm, “para fazer acontecer”, é por meio das cobranças a serem feitas, nas contas públicas do governos, em torno dos seus projetos, para o atendimento das demandas sociais. E para que por meio dos investimentos, na infraestrutura ele possa chegar, ao reconhecimento de país próspero. O outro meio que a população têm, para colocar os corruptos e corruptores, fora das ações governamentais, é não votando mais neles, à nenhum dos cargos eleitorais. Assim como também fiscalizar, para que eles não assumam, os chamados cargos de confiança. Se fizerem essas lições, por certo o povo brasileiro, terá feito o que disse o poeta, nos seus sujestivos … Versos. Partindo-se do princípio, “Esperar não é saber”! E muito menos, “Fazer acontecer”.

* Geraldo Vandré

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho