JOGO DE INTERESSES

É motivo de tristeza, ver uma entidade de classe, criada com o objetivo, de defender as demandas em si, originárias dos demandantes, motivo da sua criação. Ser transformada, em entidade clasista elitizada, a abrigar os seus gestores, possibilitando-os, pousarem de autoridades excludentes, a excluírem os sujeitos damandadas, das discussões originárias da classe sociail, a qual eles pertencem.

Nesse contexto… O desvio dos objetivos, propositadamente orquestrado, vem de gestores que ao discursarem, as palavras por eles proferidas, faz que os sujeitos demandas ecreditem, que de fato ele está a defende-los. Mas, ao finalizar o discurso, e colocar a teoria em prática, suas ações provam o contrário.

Quando ampliamos estas ações, na abrangência das organizações sociais, criadas com os objetivos específicos, de defenderem seus sujeitos demandas. Descobre-se que os então gestores, usam as entidades de classe, como trampolins para os seus objetivos, a adentrarem no universo político, em busca das suas vantagens.

Esta ação descomprometida, por parte dos então gestores, leva os sujeitos demanda ao descrédito, em relação aos seus defensores. Os quais ao sentirem-se ignorados, pousam de vítimas não reconhecidas, pelo grande trabalho prestado, na comunidade onde ele vive. Este é o jogo de interesses, a comandar os então pretenciosos, a galgarem os próprios benefícios.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

ATO ILEGAL

Hoje, mais do que nunca, uma boa política de inclusão social, faz-se necessário. Mesmo ela sendo uma ferramenta de dois gumes. Se por um lado, o ideal é ensinar o sujeito pescar, e até mesmo fornecer à ele as ferramentas. Pelo outro lado, a política de inclusão social, pode caracterizar, e quase sempre caracteriza, o assistencialismo premeditado, da parte do governo de ambos os entes federativos, com o intuito de permanecerem no poder.

Se a justificativa legítima, é o rastro do coronavirus, nas famílias por ele atingidas. Não apenas os que contraíram o vírus, mas o legado que ele está deixando, em toda nação, é motivo de preocupação. Existem os já anteriormente, melhores estruturados, os quais, têm mais poder de reação por conta própria. Mas existem também, em número quase incontável, de verdadeiramente necessitados, de uma política de assistência social, sem o viés ideológico oportunista.

A questão, é que por mais que na teoria, existem parâmetros traçados, para identificar os necessitados, vítimas reais do legado coronavirus. Os oportunistas encontram meios, para burlarem a legalidade, fazendo passaram-se como vítimas. Por mais que existem meios, para reaver o dinheiro desviado, da intencionalidade legítima, reaver cem por cento deste dinheiro é difícil. Assim, além da ferramenta ser de dois gumes opostos. É também, pontiaguda, perfurante, pronta para ferir o legal, tornando-o ato ilegal.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

MILITÂNCIA POLÍTICA

A militância política, devido a sua importância, nas ações administrativas de um país. Deveria ter no seu quadro político, pessoas preocupadas com a ética, em todas as ações damandadas, da parte de toda população, nos limites de toda nação.

Confirme diz a constituição, “O poder emana do povo”. Este poder ao ser deliberado e delegado, aos políticos eleitos, como seus representantes legais, nos pleitos eleitorais. Deveriam ver este poder, com a nobreza a qual, eles passam a serem tratados, após o resultado das urnas. E como legítimos representantes, terem responsabilidade e dignidade.

Mas, na prática o que se vê, são esses representantes legais, conforme a legislação brasileira. Após o resultado das urnas, esquecerem as promessas feitas, e os compromissos assumidos, diante das demandas sociais. Seguirem por vias de mão única, realizando as buscas pessoais, na base do toma lá dá cá. Enriquecendo de forma ilícita.

Esse ato quase generalizado, em meio aos políticos brasileiros, parece que após o resultado das urnas, são acometidos por uma insanidade mental, de extremo poder de destruição. A qual, na prática generalizada, passa a ser aceita pela população, por eles liderada, como ato normal, lícito e aceito, por parte da sociedade. Este é um sério problema, a ser enfrentado e resolvido.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho