BRASIL CONTEMPORÂNEO

As principais forças políticas, do Brasil contemporâneo, estão a implantarem no nosso país, a cultura mais pobre de argumentos que existe, na forma de fazer política. Limitando as discussões, nas questões direita, contra, esquerda; verde amarelo, contra, vermelho chinês, como cultura a limitar, os parâmetros da conversa, sem apresentar proposta administrativas, fundamentadas na ética e no trabalho, por meio de projetos capazes, de atenderem as demandas da nação.

O que se vê nas redes sociais, e nas conversações diárias, pelas ruas… São pessoas pronunciando os vocábulos, direita ou esquerda, principalmente, sem a mínima capacidade e possibilidade de estabelecer-se o diálogo, discutindo com fundamentos, algo de interesses em comum, para os seus anceios e desejos. Agindo assim, de forma radical, sem ideal, em defesa dos ídolos políticos, pelos quais, exercem idolatria desmedida em sua defesa, como se fossem Pop Stars.

Anteriormente quando os diálogos, giravam em torno da oposição e da situação, todos tinham o devido entendimento, que situação, tratava-se, da ala política ou do partido, que estava a exercer no momento, o principal cargo eletivo do ente federativo. Enquanto, oposição tratava-se, da ala e dos partidos, que no momento, não estavam exercendo, o principal cargo eletivo do ente federativo. Desta forma ficava claro, que o dever da oposição, era cobrar as promessas feitas, pelos mandatários vitoriosos nas urnas. Enquanto o dever da situação, era e é, cumprir as promessas feitas, no decorrer das campanhas eleitorais.

Mas com o objetivo, claro, de implantarem a cultura da direita e da esquerda, simplesmente restringem, as discussões em apenas, coisas da direita ou da esquerda, como se elas fossem dotadas, de seres com necessidades diferentes, no tocante à sobrevivência. Pondo ponto final no diálogo, a favor da prática idólatra, por nomes de ídolos recheados, pelas mesmas práticas e vícios, atuando de forma a subjulgarem, menosprezando a inteligência e a capacidade, de discernimento do eleitor. O sujo falando do mal lavado, nessa hora, quem tem mais poderes de convencimento, por meio das palavras verbalizadas, tende a sair vitorioso. Desta forma, a prática da política suja, que a muito impera no Brasil, tende a ser continuada.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

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