BURGUESIA

Em tempo de pandemia, o movimento da burguesia, põe-se a agitar as bandeiras, em dia e hora marcada. Como se querendo dizer: “Eu te amo meu Brasil! Eu te amo”! Ninguém segura a burguesia do Brasil. 

A pergunta a ser feita, é: O que provocou este movimento, da burguesia adormecida, com tanta brasilidade? Algo estão a reivindicarem… Mas o que? Simplesmente, manifestação de patriotismo… Não é!

O motivo não verbalizado, está a provocar indagações, nas cabeças pensantes! Afinal… Esses intelectuais mobilizados, por certo não fazem movimentos, sem objetivos traçados. 

A questão, é saber o quê? Tanto eu quanto você, estamos querendo saber! Antes de sabermos o porquê, fica difícil apoia-los. Por não termos espectavas, esplícitas e palpáveis. 

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

VERSOS DESALINHADOS

Nesses versos desalinhados, descompassados, sem métricas, falo do quem eu sou, falo do meu amor, do quanto dói a dor, de amar sem ser amado.

Falo das desilusões da vida, falo dos amores perdidos, do quanto é difícil viver, ao olhar ao redor, e não te ver.

Mas também falo do prazer de viver, com objetivos futuros, mesmo correndo um enduro, com muitos competidores, buscando os mesmos objetivos.

Mas falo também do prazer, de sentir o sabor da vitória, no lugar mais alto do pódio, em meio à honras e glórias.

Como aqui, nesses versos desalinhados, sentindo-me bastante honrado, por mais um dia vencido. Quando muitos sequer viram, o brilho do por do sol.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho