EU E TU! TU E EU! E OS DRAMAS HUMANOS

Obs.: (Sugestão) Este texto é um monólogo! Ou não! Com duas personagens.

Dramas humanos, são os desafios, da rotina do dia a dia, que os seres humanos, estão a enfrentarem! Se me perguntares, de quê que estou falando, simplesmente responderei: estou falando da vida! Vida a qual, Eu e tu! Tu e eu! Estamos a vive-la. 

Eu e tu, somos diferentes! Eu sou a arte popular! Tu és o texto acadêmico! As palavras que emanam do teu eu, não emocionam a ninguém, não provocam arrepios, nem despertam os sentimentos, essência do seres humanos. Por que no seu jeito de ser, tu és meticuloso e frio! Ou seja: Em alguns casos, tu és em verdade, o extrato, extraído da minha essência. Por meio de pesquisas realizadas, para que tu venhas existir, e exaltar-se à si próprio, dizendo: sou! Marcando presença na história, impressionando a sociedade, com o teu perfil de excelência, ao sentir-se representado. 

Meu amigo… Falando de tu, na qualidade de eu, como assim auto nominastes. Digo: fundamentado no meu conhecimento, ninguém é mais que ninguém! Cada um tem as suas qualidades, e as suas especificidades, por ser ele mais um, na composição da espécie humana, a cumprir a sua missão, como ser aprendiz e único. 

É verdade meu amigo! o teu autor para tornar-te real, e fazer-te existir e ser. Com perseverança e competência, pesquisou nos arquivos bibliotecários, conteúdo para narrar-te e dar-te vida, conforme imaginastes. Intelectualizado sim! Mas construído, por meio da frieza e do talento, de um grande pesquisador, que com paciência e perseverança, buscou nos arquivos da história, da distinta espécie humana, construída ao longo dos séculos e milênios, elementos para narrar-te. Quanto à mim, não… Sou o que o artista popular é! Sou dotado de espontâneo talento, externando os sentimentos inatos, da minha singular existência. Sentimentos esses que irradiam, paz, fraternidade, amor, harmonia, enfim… Sou dotado de todos os bons sentimentos, que tornam o ser humano, mais humanizado. 

Meu amigo, tudo que estás dizendo, é verdade! reconheço suas boas qualidades! Mas convido-ti a conhecer-me um pouco mais. Para que tu possas traçar, um melhor perfil à meu respeito. 

Amigo… Tu, do alto do pedestal em que estás, não é capaz, de vir até a mim, para que possamos conversar, de igual para igual, e convencer-te, que o meu eu está a externar, o amor, a ternura e a paixão, que emanam da alma, e do coração de um poeta, por meio das personagens, por ele criadas, retratando-as, nos versos a serem recitados, onde quer que ele esteja, ou vá. Como versos improvisados ou não, mas sempre do fundo do coração. 

Meu amigo… Ainda que eu estivesse, no alto do pedestal que dissestes, eu estaria a aplaudi-lo! Quando conhecer-me melhor, verás, o quanto sou diferente, do perfil que estás a narrar, dizendo-me, quem eu sou!. Mas continui falando-me, do que você é capaz, estou gostando! Como eterno aluno que sou! Este é o combustível, que impulsiona-me nas pesquisas. 

Bom… Como eu estava dizendo, seja nas manifestações populares, no silêncio do refúgio noturno, conversando comigo mesmo, estou sempre a externar, a inspiração que Deus me deu, com emoção ao falar, e semear o amor. Para amenizar a dor, que a rotina do dia provoca, no corpo físico do trabalhador. Para que assim quem sabe, falando à sua alma, levando-lhe entretenimento, ele possa sentir, nas profundezas da sua existência, o amparo que o teu corpo, precisa e merece. 

Sim amigo! Eu na qualidade de tu, conforme nominaste-me. Fico feliz ao saber, que tu és preocupado com o próximo, e com o seu bem estar. Mas, continue falando-me, sou todo ouvido. 

Tu… Tu que estás surpreendendo-me, com a tua educação e tolerância, quero também falar-te, das certezas e das incertezas, que o amanhã provoca, na vida de um sonhador, que está sempre a sonhar, com a paz no mundo a reinar, de forma ampla, irrestrita e democrática, sem descriminar ninguém. 

É verdade meu amigo! A minha formação acadêmica, não tornou-me insensível, ao ponto de não entender, o que estás a dizer-me, sem que eu sinta também! Como, sentimentos semelhantes aos teus. Continue!

Amigo… Eu também quero dizer-te, que assim como você, que auto nominou como, eu. Que também faço de tudo, para estar presente, nos corações dos amantes, que ao dizerem, te amo! Retratam por meio das palavras, o que verdadeiramente pensam, e por certo estão sentindo! O ato do amor não é arte! Mas a forma de se declarar pode ser! Para que possa amolecer, um coração enrigescido, dando à ele, a oportunidade de amar, e de sentir-se, amado também. 

Tu… À ti que já é meu amigo, preste atenção no que digo, a expectativa da vida, dos que acreditaram, e dos que acreditam, em um por vir melhor, está sempre a alimentar, a esperança que amanhã, será mesmo aquele dia. E quase sempre acertam! A arte de falar da vida, de viver em paz e harmonia, está a manifestar-se, como eterna criança,  com pureza e inocência, seja brincando de escrever, ou falando por meio dos versos, improvisados e ao reverso, os mais puros sentimentos, no seu jeito de ser, de pensar e de falar. 

Eu… Por existir pontos em comum entre nós, não significa que temos capacidades padronizadas, isso é muito bom, pois dialogando, nossas divergências, serão alinhadas, e juntos podemos caminhar, aprendendo, crescendo, para que galgando novos horizontes, no alto do pódio, Sim, possamos pisar. Somos duas existências distintas, cada uma vivendo, o limite do seu conhecimento. Falando da vida humana, onde estão as nossas origens. E que o ser humano, é um ser complexo, não dá para descreve-lo, abrangendo toda espécie, narrando as suas especificidades individuais, em que cada um, tem o próprio entendimento. Fundamentado nas suas experiências, tomam decisões, traçando seus objetivos, e acima de tudo, proporcionando-lhes, individualmente, o vislumbrar, onde querem chegar. 

Meu mais que amigo… Nisso eu concordo! A pureza do sentimento, que o amante tem que manifestar, faz que a essência do amor, que no seu coração habita, verdadeiramente seja manifesto, na mais pura arte de amar. E como é bom saber que eu, como arte popular, e tu como texto acadêmico, não somos unanimidade, mas em se tratando do amor, temos muito a compartilhar. Nesse mundo de violência, em que a arrogância e a resistência, predomina entre os humanos, podemos fazer a diferença. 

Verdade! Tu falastes com propriedade! O curioso, é que cada fato narrado, por mais de um narrador, mesmo sendo a mesma história, ficam parecendo duas ou mais, devido as leituras que fazem, os narradores nos detalhes. Porém, não são divergentes, no todo da história em si. Devido a leitura individual com naturalidade, sem o propósito de serem diferentes, em verdade, nos detalhes são! Com base nessas verdades, podemos então dizer, que muitas verdades existem, relatando o mesmo acontecido. Sempre com a possibilidade, de surgirem novas histórias, e novas verdades, construídas por ouvintes e leitores, na reprodução dos fatos, por meio das conclusões tiradas. E assim, de narrativas após narrativas, a vida humana é construída, segundo os seres e saberes individuais, que cada ser é portador. 

É, e o mais complicado de tudo, é que as divergências que surgem, nas conversações diárias, quando muitos contam a mesma história, narrando o mesmo fato, sem o devido entendimento e respeito, para consiliar as divergências, em que, muitas acabam em graves conflitos e violências. Tudo por que um narrador, quer que a sua verdade, sobreponha às dos demais. 

Sim… A vida prática, é divergente por natureza, devido as individualidades que traçam, os rumos de cada sujeito, quando as experiências de um, na prática, serve apenas para ele. E assim tem que ser, pra os erros de um, não justifica os erros do outro. Porém, são experiências, que pode servir de exemplos. Mas jamais, serem usadas e nem deve, vida opcional a ser explorada por alguém. Sim! Não deve! Nem é ético! Pois, pode ser passiva de erros, uma vez, que o entendimento de um, é de um! E o entendimento do outro, é do outro! E ninguém deve dar sequência às suas práticas, sem serem corrigidos os erros, pelos próprios autores. Pois, se um pretender fazer, exatamente o que o outro fez, assim fica caracterizado, um estar vivendo a vida do outro. Isso é falta de maturidade, de respeito e de personalidade. 

Amigo! Vez em quando, a gente vê, por exemplo: Um optar por fazer uma coisa, por que o outro fez ou faz, e da certo! Está errado! A capacidade e a experiência de um, não serve para aplicar na vida do outro. Cada um, tem o seu eu, a ser construído. Por mais que a atividade de um, seja semelhante a do outro, seja como profissional liberal, industrial, comerciante. O “Q” individual, não é a mesma coisa! Cada um, é cada um. 

É… Por mais que no coletivo da família, da sociedade ou da nação, existem, as questões coletivas, os dramas da vida, são individuais. Cada um é responsável, pelo que faz, e no futuro, mais cedo ou mais tarde, é cobrado! E tem que pagar. Não tem como negar. Pagar, é a única coisa a ser feita, antes que a dívida cresça, e é punido. Segundo o merecimento, vem o retorno. O qual, pode ser, de glórias ou não. 

Amigo… A conversa está boa, de bom nível, informativa, educativa, respeitosa. Mas não quero, perder minha identidade, vamos dar prosseguimento, às nossas diferenças. Eu sou a arte popular! Tu és o texto acadêmico! Sou apresentada nas ruas, nas praças, nas festividades caseiras, nos circos, nos rodeios, nos teatros, enfim… Onde quer que existe vida, lá eu estou! Sendo apresentada, pelos vários estilos musicais, e de seus intérpretes, cantadas, recitadas, enfim: No ritmo do pandeiro, do berimbau, da zabumba, da cuíca, do violão, da viola, da sanfona, e assim vai. Desde a caatinga nordestina, ao Pantanal matugrocense, ao sertão mineiro, enfim, sou brasileiro! De presença universal. Apresentado no leste, no oeste, no norte, no sul, e no centro oeste. 

É verdade meu amigo! Tu és tudo isso e muito mais. Mas eu também, como resultado de pesquisas, tenho minhas qualidades, e origens. Em todas as regiões, e microregiões citadas, na amplitude das populações, atividades econômicas, produção mineral vegetal e assim por diante. Em uma infinidade de pesquisas, de extrema necessidade, para toda humanidade. Como riquezas imateriais, estamos a divulgar, as culturas e tradições regionais, as quais juntas compõe, a identidade familiar, social, regional, assim como da amplitude da nação. 

Sim, cada um a seu modo, segundo o seu conhecimento. Estamos a falar da vida, onde quer que ela esteja. E consequentemente, em tudo animado pelo dom da vida. Inclusive em ti, que mesmo distante e frio, construído no silêncio acadêmico, fala de mim a seu modo, com sabedoria e propriedade. Enquanto eu, no universo do meu saber, exalto a grandeza e a magia, da arte popular que brota, quando a gente menos espera, em artistas, de aparências quase invisíveis, popularmente pouco conhecidos. Mas isso não é motivo, para eles perderem a pose, nem o desejo de vencer. 

Amigo… Sem dúvidas… Somos parentes, apesar das diferenças, que existem entre nós. No modo de agir, de pensar, de nossos eus manifestarem, para fazermos existentes. Creio, que a distância que nos separa, está no campo do imaginário, que habita nos nossos eus, como reflexos das nossas origens, fonte das nossas existências, nas quais embasamos, para que por meio da escrita, nossos autores nos dêem vidas, com algumas semelhanças. Sem nunca esquecermos, que eu sou quem eu sou! E que tu és quem tu és! Diferentes e divergentes, nas idéias inerentes, do fundo das nossas essências. Seja no modo de pensar,  de fundamentar o discernimento, para agirmos, enfim: Somos assim.

Amigo… Neste momento, eu, na qualidade de tu, conforme fui nominado, peço te a licença, para dizer-te, um pouco mais, quem eu sou!  O que sinto e o que penso. Para dizer-te quem eu sou, não me faço de arrogante, apenas digo e confirmo, que somos quase iguais!  Como parte da humanidade. Para dizer-te o que sinto, digo com sinceridade, que é impossível precisar, com exatidão e verdade, a abrangência do ser humano, no todo que ele é, muito menos ao construírem, os textos literários que somos. 

Amigo…  Sei que tu és, profundo conhecedor da semantica, das palavras que estás a usar, pois estás sempre a narrar, com exatidão e verdade, a diversidade da humanidade, com os sentimentos expressos, na intelectualidade que de ti emana. Isso é, o que penso de te, meu nobre parceiro, da construção da história humana. 

Amigo… Na qualidade de eu, como tu autonominaste, és também intelectual! Afinal, só é capaz de escrever, de forma legível e interpretável, assim como interpretar textos, quem tem, o dom da arte literária. Seja ela popular ou acadêmica! Não importa! O importante, é ser quem tu és, independente, de quem está a julgar-te. Normalmente quem julga, não é capaz de produzir, o que está a julgar. Claro que isso não é regra, mas também não é descartável, nem pode ser levado a sério, todos que estão a julgar.

Amigo… Acredite! Por mais que eu tenha conhecimentos, de como construir, textos acadêmicos, sou tão passivo de erros, como tu és, e portador de muitos outros defeitos! Mas também temos a capacidade, de falar muitas verdades, por meio, do conhecimento que temos. O qual, foi construído ao longo dos tempos, fundamentado nas verdades, que a vida está a proporcionar-nos.

Quanto, ao que pensamos e falamos, externando nosso entendimento, existem pessoas de bom senso, capazes de fazerem, julgamentos concientes, de extrema contribuição, para o nosso aprendizado. Todas as vezes em que, uma mesma história é  recontada, e julgada, com base no conhecimento ético, a tendência é aproximar da verdade, com absoluta sinceridade. pelo menos, até o presente momento.

Amigo… Assim sendo, a construção de uma história é mutante? E em todas as mutações, a verdade verdadeira, é a última versão contada? 

Não amigo! Não existe regra padronizada exata. O que existe são entendimentos, que aproximam-se da realidade. Com percentual de acertos elevados. Ela pode ser a última versão! Uma versão intermediária! E até mesmo a primeira versão contada! Tudo depende, de como a história foi construída! Com o tempo, tu que autonominastes, eu! Assim como eu também, vamos apurando o nosso discernimento, não apenas ao que nos interessa! Isso é a intelectualidade manifestando. 

Assim como tu falas, já estou convencido, que cada um de nós, é capaz de aprender, tudo o que queremos. Estou certo? 

Sim! Está! Até mesmo por que, o desejo de aprender, é parte da inata qualidade do ser, que é despertado na individualidade, e faz parte do sujeito que somos, na sequencia do nosso conhecimento, por meio dos estudos que fazemos, recordando o que já sabemos. E ampliando o ainda mais, sentados nos bancos escolares, em cada nova experiência. Falando à te, digo, que eu também não sei, se os meus sentimentos, são tão nobres quanto os seus. Qualidades essas, que eu, em te reconheço. Mas como resumo das pesquisas, que como pesquisador realizei, tenho na minha consciência, a grandeza do amor, como manifestação imaterial, a externar da essência humana. 

Amigo… A vida humana é tão complexa, que sempre que em mim manifesta, o desejo de dela falar. Mergulho na imensidão sem fim, de conhecimentos inexpliráveis, pela pequena capacidade humana. Mas em cada passo que dou, por meio de um novo conhecimento, sinto avançar-me um pouco mais, rumo a eternidade, que nos espera.

Sim amigo! Pensando bem, não é verdade, aquele seu entendimento, em relação ao que pensas de mim, como ser meticuloso e frio. Porém, digo-te que estás enganado! Não tenhas dúvidas amigo! Existem textos acadêmicos, escritos por autores populares, que mesmo com a formação acadêmica, não esqueceram as suas raízes. Ao mesmo tempo em que eles, produzem textos acadêmicos, produzem textos populares, com a mesma competência, falando da vida em si, na rotina do dia a dia, como ela é vivida, na diversidade dos seres e dos saberes, cada um no limite, do próprio conhecimento. Sendo que: Em se tratando da arte que emana, da essência da vida humana, ambos são iguais! Nenhum é superior ao outro! A mesma fonte que inspira em ti, o poder da crianção, manifesta em mim também! Mas confesso-te, que falta-me, a habilidade que tu tens, na construção poética.

Mesmo eu sendo acadêmico, devo dizer-te, que não existe, instituição de ensino no mundo, que ensina ser poeta. Ser poeta, é uma especificidade inerente do sujeito, com todos os qualificativos do ser e! E ninguém pode mudar, são qualificativos próprios! O que a instituição de ensino, ensina, são as regras da didática, do como elaborar um texto. E a produção de um texto acadêmico, por estar fundamentado nas pesquisas, é necessário citar as referências das fontes pesquisadas. Mas a inspiração que emana, da essência do poeta, tem origem na fonte da inspiração, a qual está, muito além das referências humanas.

Sim amigo! O que o autor popular relata, não têm referências humanas! A ternura que nele manifesta, como ser dotado de sentimentos humanizados, de extrema grandeza e beleza, não tem origem nos bancos escolares. E sim no ser que ele em si é! Humanamente não é possível, dimensionar o conhecimento humano, em que grau de evolução ele está. Nem onde poderá chegar. Ainda bem que é assim! Digo, ainda bem… Por que mesmo sendo assim, existem aqueles que agem, como se o seu conhecimento, fosse superior ao conhecimento dos demais. Impondo, como se ele fosse um ser superior. Imaginem se este ser, na sua individualidade, tivesse o conhecimento, do grau de evolução que ele está. Por certo usaria o tom alto da sua arrogância, dizendo sou! Sem demonstrar gesto bondoso, em relação aos demais. Porém, todas, de vidas dignas e exemplares.

Caro amigo, para mim o mais importante, é saber, que para eu ser quem eu sou, não preciso denigrir a imagem de ninguém! A melhor forma, para eu dizer quem eu sou, é reconhecer os valores dos outros, assim como eles são. E exaltar suas boas qualidades, e a importância da sua existência, na composição da humanidade. Creio, que ninguém aqui está, simplesmente por estar. E sim por uma missão maior. Acredite amigo, no poder do Criador. Quando ele entender, que já cumpristes a sua missão, sem dúvidas ele o recolherá. Pondo fim, na sua existência terráquea.

Amigo… Tu que és tão compreensível, que dá me, a liberdade de falar, do ser que tu és, de ti para ti, com cinseridade e respeito. Tu és um grande sujeito! A ser reconhecido e aceito, em todos os lugares por onde andares, falando das experiências que tens, para que todos que o ouvirem, tenham a oportunidade, de aprenderem um pouco mais.

Não amigo! Talvez eu possa não ser, tudo que pensas de mim! Mas de uma coisa eu tenho certeza, onde quer que eu estiver, das suas palavras irei lembrar, e fazer delas e por meio delas, cada vez mais, para de fato merecer, tudo que estás a me falar. E sempre que dê ti, eu lembrar, em pensamento estarei enviando-te, bons fluídos para que, você, permaneça, sendo o poeta que você é! Um mensageiro da paz, que emana do Criador.

Amigo… Até quando, estarei, aqui não sei, a beber dessas águas, comendo o que esta terra produz, respirando este ar, sendo refrescado pelo vento, que da natureza traz o cheiro. Mas de uma coisa eu tenho certeza, a partir deste momento, a impressão que eu tinha, em relação ao ser acadêmico que tu és, não mais existirá, nem será generalizada. Contigo aprendi que cada ser, é um ser diferente, pelos seus próprios saberes. Assim como seus sentimentos. Os quais, por mim jamais serão esquecidosdos.

Amigo… Além do teu talento, e do teu saber, como texto popular que tu és, estás profundamente embasado, nas experiências de vida própria, assim como na vida daqueles, que tivestes a honra, de com eles conviver. E conhecendo as suas demandas, como ser sensível que tu és, estarás sempre a narrar, a vida como ele é! Para que nos seus leitores, seja desperto o senso crítico analitico, embasado na realidade da vida, no percurso dos seus labirintos.

É verdade amigo, os objetivos quando traçados, embasados na realidade da vida, têm de tudo para dar certo! Mas quando são embasados, nas fantasias e nas mentiras, criadas pelo imaginário humano, os sonhos e planos, ficam difíceis, de serem realizadas, como foram planejados. Não tenhas dúvidas amigo, para ter êxito no que faz, as verdades verdadeiras da vida, fazem parte da base necessária, para o objetivo ser alcançado.

Amigo… O poder das suas palavras, está fundamentado na sintaxe necessária, para a construção textual. Dando à ele, o respaldo da verdade. Nesse nosso diálogo, a oportunidade de aprender, que me foi oportunizada, será para sempre lembrada.

Concordo contigo em parte, em relação ao que pensas de mim, por que nesse nosso diálogo, para mim focou muito claro, o quanto tenho que aprender. Principalmente em relação aos qualificativos humanos, para que eu fique imune, às correntes negativas, dos infelizes seres, que não pensam como nós, valorizando a boa ética, que está a nos conduzir.

Em relação ao entendimento, que anteriormente eu tinha de ti, como texto acadêmico, foi totalmente esmoronado. Rodou por água abaixo, sem deixar, sequer, vestígio.

Quanto à ti amigo, acredite no que estou a dizer-te, tu és um texto popular, de extrema qualidade e bom gosto, só não tornarei teu leitor, simplesmente, por eu não ser capaz, de fazer uma pequena leitura, devido ao ser que eu sou! Ou seja: apenas um texto acadêmico, não tenho vida própria. Mas podes acreditar, sou teu admirador.

Sim… Para mim é uma honra, ter um texto acadêmico, como meu verdadeiro amigo! E tu podes acreditar, que serás correspondido! Na história da humanidade, para sempre estará presente, este nosso diálogo, uma vez que por meio, da eterna arte literária, nosso encontro está eternizado. Tanto nos textos inspirados, pela arte popular. Quanto nos textos acadêmicos, oriundos das pesquisas, que serão realizadas, falando do ser que tu és, com clareza e verdade. Quando em cada resultado, estará contida esta verdade.

Sim… Em cada resultado alcançado, por meio das pesquisas realizadas, e dos textos inspirados o meu autor irá reconhecer, a importância da tua existência, e por certo irá emocionar-se, ao reconhecer o seu valor. Por isso deixo aqui descrito, o resultado de um encontro, entre o texto popular e o texto acadêmico, somada inspiração que emana, do fundo do coração e da alma, de um aluno pesquisador, que inspirado na arte popular, novos textos estará a publicar. Eu assim como meu autor, emocionado estou, por que sei que sempre serei, fruto de uma inspiração inspirada, como resultado de uma pesquisa realizada.

Amigo… Diante dos teus relatos, emociono-me na tua emoção, por que sei que de fato ela existe, na mais valorosa essência do ser, impulsionada pelo desejo de saber, como combustível inato do teu criador.

Sim… Em busca da perfeição e da razão, existe um desgaste mental, que somente os pesquisadores, são capazes de dele falarem. Por isso peço-te, não queiras-me mal! Nem rejeitas-me! Porém não esqueças que os textos acadêmicos, assim como os textos populares, não são exatamente iguais. Mas em todos estão presentes, a emoção e a razão. Não precisamente nesta ordem! Mas estão.

Sim amigo, dentre outras qualidades que tu tens, com todo respeito digo-te: O ideal seria e é, a razão e a perfeição, fazerem parte de cada ser, ambas na medita certa, sem uma contrapor à outra, mas sim caminhando de mãos dadas, buscando os mesmos objetivos. Por isso digo-te: Feliz é aquele, que tem juntas essas qualidades. Na abrangência do dever e da grandeza, de uma nação que está presente, desde o mais humilde pedinte, sentado pelas calçada, ao mais nobre cidadão.

Mesmo em situações distintas, caso no momento faltasse, um deles em nosso meio, a nação não seria a mesma, a qual nós conhecemos. No humilde pedinte está, o quanto seus governantes são omissos, aos seus respectivos deveres. Enquanto no nobre cidadão, está a capacidade da nação, na realização das grandes obras. As quais, geram riquezas, e vida social humanizada, quando o trabalhador é respeitado. Ou seja: está presente a pujança da nação.

Independente do que fizemos, não tenhas dúvidas amigo, somos a história humana, narrada de várias formas, seja como texto popular, ou como texto acadêmico, arquivados nas bibliotecas, das cidades grandes e pequenas, como fonte de informação, a levar o conhecimento, à todos que têm o desejo, de estudar e de aprender. Estamos presentes no passado! estamos presentes no presente! com a certeza, que estaremos presentes também no futuro. 

Com certeza amigo! Sem nós não estaria narrada, a história dos sonhadores que sonharam, e seus sonhos realizaram. Por meio da arte literária, os ansis da humanidade, escritos e arquivados, para que as futuras gerações, possam pesquisar, seus antepassados, e conhecerem suas origens. E para que os leitores inspirados, também possam produzirem grandes obras, narrando a história humana, dando sequência neste legado. 

Amigo… Ouvindo você falar, de repente começo pensar, que eu também sou ser humano! E colocando-me como um deles, com as mais puras essêncialidades, eu também coloco-me a sonhar. E como sonhador que sou! Sonho com um mundo melhor, repleto de amor e de paz. Como se não bastasse, vou muito além do além. Sentindo-me como poeta, vou além do espaço e do tempo, por meio do pensamento, com muita coisa a narrar. 

É verdade! Eu também sinto-me assim! E como tal estou convencido, que a história humana, jamais seria contada, sem a nossa participação. Por isso invés de discutirmos, as nossas diferenças, vamos nos apoderar cada vez mais, para que esta bela história, não seja interrompida, por falta de inspiração, nos produtores literários, autores da nossa construção. Amigo, permita-me, que eu chame- a-ti, de irmão.

Ô ô ô meu mais que amigo, não sabes o prazer que sinto, de assim ser reconhecido, e aceito! Por mais que por meio das palavras, tento expressar o que sinto, não é o suficiente. Se eu pudesse neste momento, sairia de onde eu estou, para dar-te um forte abraço, e para que tu possas sentir, o quanto estou emocionado. Creio que se eu, tivesse um coração, assim como os humanos têm, estaria batendo asselerado. 

Amigo… Em nós por meio das palavras, manifestamos os mesmos ideais, e os mesmos sentimentos! Creio que se fossemos humanos, teríamos as mesmas perspectivas, em relação ao futuro. Por certo estaríamos almejando, no futuro dias melhores, para toda humanidade. Para que este ser que rasteja, lentamente pela terra, mesmo que com duas pernas, pudesse locomover-se, mais rápido e com maior liberdade, encurtando as distâncias. Por meio do pensamento, vencendo os obstáculos físicos, ao tempo do pensamento. Vejam só que maravilha. 

Uma das coisas, que eu iria fazer, caso ser humano eu fosse, seria levar educação de boa qualidade, na extensão da nação. Com alfabetização padronizada, no que refere-se a leitura, cálculos e contação de histórias. Mas em seguida este processo, por meio de pesquisas realizadas, conhecendo a vocação econômica da região, e da microregião, dar sequência ao processo de aprendizado, já no ensino fundamental, sequenciando o conhecimento empírico, na formação dos sujeitos, como potenciais trabalhadores, além da formação acadêmica, segundo a vocação dos sujeitos. 

Este padrão de ensino, com todos os governantes, dos entes federativos, tendo responsabilidades, compromissos, com educação e formação de boa qualidade, o analfabetismo sera erradicado. E a qualidade dos profissionais então… Como alavanca principal,a proporcionar o desenvolvimento da nação, dando saltos de desenvolvimentos imensos.

Sem dúvidas amigo! Mas como os seres humanos, da grande maioria das nações, dentre elas a dos nossos criadores, não têm o compromisso de levar a sério, principalmente da parte dos governantes. O que se vê são pessoas, potenciais trabalhadores, clamando o direito ao pão, para sobreviverem, mendigando pelas ruas, em uma distribuição de rendas, totalmente disfavoravel.

Caso esses trabalhadores, tivessem salários dignos, o poder de consumo individual, seria imenso. Assim a distribuição de renda, em todas as atividades econômicas, seria elevada ao grau de excelência. E a alavanca principal da nação, como, trabalhadores bem qualificados, e bem remunerados, com total poder de aquisição, do que ele e os seus julgarem necessário, a distribuição de rendas, seria de forma generalizada, na amplitude de toda nação.

Verdade amigo! Desta forma a vida, na sequência das suas encruzilhadas, onde a gente tem que decidir, o caminho a ser seguido, entre o bem e o mal, a guerra e a paz, o amor e o desamor, o comodismo e o não comodismo, em relação ao ter objetivos na vida, enfim: Seria mais fácil de ser decidida. Devido ao fato de a decisão, ser fundamentada na lógica. E não pela extrema necessidade, da sobrevivência em si, sem tempo para analizar e decidir. E assim, a vida vai. 

Amigo… A próxima encruzilhada, quando a gente menos espera, já estamos diante dela, com o dever de decidir, o mais rápido possível, para não perder tempo na vida. E em ambas as situações, de fundamental importância, para a vida continuar, entre a mesmice do comodismo, e a inquietude da busca, a conquistar novos horizontes, é de fundamental importância, na sequência da vida humana.

É verdade amigo! Por mais que a vida seja, uma caixa de surpresas, algumas coisas, podem ser previstas. Como: Se puxar o gatilho de uma arma, contra quem quer que seja, dela não vai sair mensagens de paz, e de felicidade, as consequências deste ato, pode ser irreparáveis. Desta forma poderás prever, o que irá acontecer. 

É verdade amigo! Assim como o mal pensamento, canalizado no coração e na alma, na vida dos seres humanos, está a semear a discórdia, a maldade e o ódio. Ao contrário da água corrente, que seguindo em direção ao mar, irrigando as suas margens, matando a sede dos animais e aves, no leito por onde ela passar. Isso faz que a vida selvagem, seja mais bela e florida, em toda a natureza, composta por seres vivos, das mais variadas espécies. 

Amigo… Como é bom, e prazeroso saber, das nossas afinidades. Por certo juntos iremos, rumo a eternidade, progredindo-nos cada vez mais, em conhecimentos e bondade. Seguindo, não mais por caminhos opostos, e sim por caminhos paralelos. Orientados pelos conhecimentos, que iremos acumular, para darmos nossa contribuição, a favor da humanidade. Para que possamos estar, convictos do cumprimento, das missões que nos foram incumbidas. O reconhecimento que teremos, sera por sermos indiscutivelmente, produtos valorosos, frutos das pesquisas realizadas, e da arte inspirada. 

Amigo… Creio, que os caminhos paralelos, os quais iremos seguir, por mais que sejam diferentes, têm os mesmos objetivos, que é proporcionar aos seres humanos, fontes de pesquisas e conhecimentos, ampliando cada vez mais, o horizonte do saber. Para que nas suas ocupações diárias, do que estão a fazerem, possam vislumbrarem com mais clareza, a luz na final do túnel, onde pretendem chegar. E quem sabe juntos degustarem, o sabor da vitória. Isso é o que importa.

Concordando com as suas palavras, juntos: EU E TU! TU E EU!  Não iremos mais, valorar as diferenças. E sim convictos que somos, a história da humanidade, vamos juntos narra-la, com muito amor e verdade. Para que independente do tempo, que elas serão acessadas, possam contribuir com o futuro, de toda humanidade. Uma vez que sem o saber, o sujeito não é nada. Apenas um vulto a mais, sentado a beira da estrada. 

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

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