GLÓRIAS AO NOSSO CRIADOR

Não devemos ser pessimistas, a comunhão de pensamentos, mais o poder da palavra, pode afastar os males, que possivelmente nos afetam. Esta técnica à muito é usada, elevando os pensamentos, invocando proteção, unidos somando poderes, em torno de uma Divindade, mesmo ela não sendo, a do nosso Criador. Esta ação inconsciente, em relação ao poder que tem, leva os chamados ovelhas ou fiéis, em uma corrente positiva, dar poderes inimagináveis, à lobos em pele de cordeiro. Ação que está prevista, por um determinado período, conforme desígnios de Deus.

Mas, no momento contemporâneo, em que estamos vivendo, faz-se necessário unirmos fé, em uma corrente positiva, em prol da vida humana. Vida esta ameaçada, por um poderoso invisível, o popular coronavirus. Causador de uma pandemia, de consequências incalculáveis, à toda humanidade. Esta pandemia está a causar, aos seres humanos a sensação, que possivelmente sofreram os dinossauros indefesos, na época da sua extinção. Por certo naquele momento, buscaram meios de sobrevivência, sem o objetivo ser alcançado. Neste momento os seres humanos, portadores do dom da fé, unidos estão buscando, junto ao nosso Criador, meios para por fim, no poder do coronavirus, para sairmos vencedores. Cremos que este pedido, pelo Criador será atendido, e chegará o momento, de dizermos: Glórias! Glórias! Glórias! Glórias ao nosso Criador. Desta forma não seremos vitimados, assim como os dinossauros foram, pela proteção do Deus verdadeiro, que reestabelecerá o seu reino para sempre.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

DIREITO PRIVADO

Buscando entender o ser humano, e os limites legais das suas ações, deparei-me com a complexidade deste ser, ao analizar a dupla personalidade dos políticos. Quando nos palanques eles dizem, nos fervorosos discursos pedindo votos, serem defensores dos pobres, e dos menos privilegiados. Devido a motivação da fala, como bons oradores que são, os de mais poder de convencimento, acabam sendo eleitos, pelos votos dos pobres e dos menos privilegiados.

Em seguida ao resultado das urnas, os eleitos revelam-se, por meio das suas ações, quem verdadeiramente eles são. Invés de revelarem-se de fato, defensores dos pobres e dos menos privilegiados, revelam-se aliados, dos ricos de grandes fortunas. Os quais dentro de pouco tempo, tornam-se ricos também, atuando nas duas frentes, com uma diferença: Dos pobres e dos menos privilegiados, apenas pedindo votos, iludindo-os como seu defensor. Enquanto dos ricos tornam-se: Defensores dos seus interesses, como um dos beneficiados. Neste caso eles revelam, dupla personalidade ou mais. Neste intento, descobri também que o sujeito, para ser bom político, tem que ser portador, da degenerativa hipertrofia política, em relação ao que lhe interessa, do quanto vem a mim.

Ao querer saber se na legislação, existe código penal que pune, a dupla personalidade do sujeito, em especial a do político, por entender eu, ser ela desvio de conduta. Veio a grande surpresa: Invés de código que os pune, deparei-me com código que os defende. Fundamentado, no Tratado de Direito Privado, como direitos da personalidade individual. Mesmo descrevendo a dupla personalidade, como problema psicológico a ser tratado, por meio da psicologia, sem o uso de remédios farmacológicos. Aí eu pude entender, o por que de os desvios de condutas dos políticos, que caracterizam a dupla personalidade, serem tão duradouros ao ponto, de nada podermos fazer, fundamentado na lei, para os punir de forma justa. A qual neste caso os defende, como Direito Privado da Personalidade. Mesmo a sua descrição estando no singular. E dupla personalidade ser plural. Ainda tem mais, a dupla personalidade, tem nome científico bonito: “Transtorno Dissociativo de Personalidade”. Ou também “Transtorno Dissociativo de Identidade”. O qual deixa marcas profundas. E como deixa… Em se tratando de político.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

PRAZER DE SER AMADO

Enquanto dois corações baterem, e os olhares cruzarem- se, um em direção ao outro, o amor será manifesto, entre sorrisos e gestos, de um casal que se ama.

A vida amorosa é assim, um é dependente do outro, e o amor é sem limites. Juntos os dois caminham, com passos cadenciados, seguindo no mesmo ritmo, e com os mesmos objetivos.

No mundo dos amantes, um é metade do outro. E como dois apaixonados, caminham lado a lado, com os braços interlaçados, lábios colados, pensamentos conectados, juntos na mesma frequência.

No amor não existe carência, quando de fato ele existe. Manifesta expontaneamente, como árvore ao sopro do vento, com seu perfume a exalar, o prazer de ser tocada.

Assim o amor manifesta, como pássaros fazendo festa, sentindo prazer de viver. Sem nada interrompe-los, um ao outro declaram-se, o prazer de ser amado, com intensidade e verdade.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

ABISMO

O abismo que existe entre eles, é de profundeza, largura e extensão imensurável. Mesmo estando ao alcance dos olhos, e do toque das suas mãos. A questão é o silêncio e o vazio, que perdura nos seus corações.

Olhar, e não poder toca-la; toca-la, e não ser correspondido; faz deste coração alado, que mesmo perdido no espaço, sem ter onde pousar, e não faltar-lhe o combustível, para o direito de ir e de vir, não é possível, à ele, no amor realizar-se.

Ainda que o espaço do tempo, não seja tão relevante, é um martírio constante, e uma tortura, à este amante, devido ao seu pensamento, o tempo não dar o alento, que conforte-o, e o acalma, para que a paz na sua alma, seja reestabelecida.

O fato de ele não entender, o por que de ser assim, é uma tortura sem fim, que só será amenizada, quando a dimensão do abismo, que existe entre eles, definitivamente não mais existir.

Autor; Ademildo Teixeira Sobrinho

EXISTÊNCIA REAL

O fim absoluto ou radical, de uma existência não existe! O que existe são as etapas vencidas, e transformações realizadas, preservando a existência real.

Da distância curva ou linear, do todo de uma estrada, apenas parte é percorrida! Por mais que aja transformações, na sua estruturação, a sua direção continua, como caminho invisível, a ser percorrido.

O ferro pode ser transformado, em uma infinidade de objetos, segunda a criatividade humana. Mas a sua existência real, jamais deixa de existir. Que é o ferro em si. Ou qualquer um outro metal.

A criança transforma-se, em pré- adolescente, em seguida, adolescente, em jovem, o jovem em adulto, e o adulto em idoso. Mas, em qualquer uma dessas etapas, o ser pode ser transformado, em existência imaterial, existindo apenas nas lembranças, segundo o legado por ele deixado.

O fim é o limite da distância, entre o visível e o invisível, possível ser imaginado e descrito, pela sabedoria, e pelo conhecimento humano. Mas, jamais é o fim absoluto e radical, de uma existência real. E sim, o que o imaginário humano, é capaz de produzir, e aceitar como verdade.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

INEVITÁVEIS CAMINHOS

Em um paralelo traçado, entre a vida humana e a do rio, o poeta busca descrever as semelhanças, entre a vida de um e a do outro, para descrever o que é a vida. Uma nascente ao jorrar, as águas do interior da terra, é semelhante ao ser humano, que nasce com aparência de criança, pura e cristalina, sem contaminação. Mas tanto a vida humana, quanto as águas, na medida em que o tempo passa, avoluma a sua existência, ganhando robustez e novas aparências.

As águas seguindo o seu leito, enfrentam enormes obstáculos, indo em direção ao mar, mas não existe outra opção. Mais cedo ou mais tarde, ela chega lá. Assim também é o ser humano, em seguida ao nascer, seguindo os caminhos da vida, desafios têm que enfrentar. As águas enfrentam turbulências, ao passarem pelas ribanceiras, formando enormes cachoeiras, para no leito seguirem. A vida humana também, no desenvolvimento do ser, rumo à vida eterna, obstáculos o desafiam, e para serem vencidos, o ser tem que enfrenta-los, para na vida continuar.

As águas no seu percurso, vive momentos de turbulências, e momentos de calmaria, cortando planices, banhando florestas, com pássaros fazendo festas, com elas matando a sede. O ser humano ao seguir, os inevitáveis, caminhos da vida, têm momentos de calmaria e paz, com felicidades e prazeres. Mas têm também momentos de tristezas, em que tudo parece dar errado, ele ao ser desafiado, sente vontade de desistir, mas o desejo de vencer, não o permite tornar-se fracassado.

As águas em leitos pequenos, de percurso reduzido, ou como um grande rio, um dia chega ao fim. Ao misturar às águas do mar, perde a sua identidade. O ser humano também, após derrotas e vitórias, contra as turbulências da vida, tem a mesma interrompida, pondo fim na sua missão. Esse processo de transição, é conhecido como morte, ou nascimento para a vida eterna, enfim. A verdade é, que em outras dimensões, a vida continua. Assim como as águas correntes, que ao misturatem-se às águas do mar, não deixam de existirem, e sim, ganham dimensões maiores. Assim como o ser que anteriormente animava, o frágil corpo humano.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

PRAZERES DA VIDA

Ainda que o tempo demore a passar… Nossos dias parecem tão curtos. Ao ponto de o teu sorriso e a teu olhar, habitarem nas minhas lembranças, fazendo que eu sinta saudade, de tudo que juntos vivemos, mesmo que a minutos atrás.

Como dependente do teu amor, estou imensamente apaixonado! Já não posso mais esquecer, de nada que à mim dedicas, quando juntos estamos. Como a ternura do teu olhar, o brilho do teu sorriso, a delicadeza de tuas mãos, sobre meu corpo deslizarem, enfim.

Não existe prazer maior, do que estar com você, tomando o café da manhã, intercalando com os beijos, despertando em nós o desejo, de amarmos mais uma vez. Na hora do almoço e do jantar, tu és meu prato preferido, como alimento da alma. Intencificando ainda mais, na hora de juntos, deitarmos.

Assim nossos dias passam, e distanciam-se no passado, em cada minuto ido. Assim, eles são vividos, regados pelo prazer do amor, aromatizados pelo cheiro da flor, que dos nossos corpos exalam, ao final de cada noite, que jamais será esquecida, devido aos prazeres da vida.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

PODER DO PENSAMENTO

É comum nas conversações diárias, entre familiares e amigos, assim como nas reuniões sociais, pessoas pretenciosas falarem, em nome de Deus. Fazendo uso de passagens bíblicas, como se de fato fossem, do Criador, mensageiros. Mas se prestarmos atenção, percebemos, que à esses pretenciosos mensageiros, faltar-lhes, concordância no que dizem. Quando entram em contradição, semeando desunião, colocando irmão contra irmão, denominação religiosa, uma contra a outra, agindo como detentoras do poder. Nesse impasse, causando, divisão e confusão, entre aqueles que estão, a graça de Deus a buscarem.

Se quer são capazes de perceberem, o engano que estão cometendo, quando a verdadeira palavra de Deus, está a provocar união! E jamais confusão. A divisão que existe, está na opção que o sujeito faz, diante das encruzilhadas da vida, entre o bem e o mal, o amor e o desamos, a paz e a guerra, dentre outras alternativas, compondo as encruzilhadas da vida.

O verdadeiro mensageiro de Deus, está a consiliar divergências, independente da crença, procura semear a paz. Nas palavras que lhe são inspiradas, está presente o Criador, sempre semeando amor, “onde quer que esteja dois ou três, reunidos em teu nome”. Ou, se caso estiveres só, onde quer que esteja, eleve o teu pensamento à Deus, que serás atendido. Uma vez, que a língua de Deus, é a língua universal. Ou seja: É o pensamento! Por meio do pensento, com Ele conectamos, e estabelecemos diálogo, independente da linguagem usada. Deus é união! E jamais divisão. Eis aí, o poder do pensamento.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

DIMENSÕES DA VIDA ETERNA

No espaço de vida, entre o surgir, e o nascer para a vida eterna, de um ser, muitas situações ele vive, fazendo parte do seu aprender. Mas, nesse espaço de tempo, ele também manifesta, conhecimentos e habilidades de outras épocas, em vidas, que aparentemente no seu conciente, estão esquecidas. Por não ter delas referências, que comprova, em que tempo aconteceram.

Mas de forma involuntária, diante das demandas, demandadas na vida atual, de repente o sujeito manifesta, um certo conhecimento em relação, apresentando a possível solução, que em seguida é comprovada. Sem que ele possa comprovar, a fonte e a forma, do como ela foi gerada.

Essa solução aparentemente, sem nexo, com a vida que o sujeito está a viver, na linha horizontal do conhecimento humano, ela não pode ser explicada. Principalmente levando-se em contas, que no ambiente familiar do sujeito, ou até mesmo entre amigos, ele jamais teve a oportunidade de conversar, e sobre o tema dialogando, desenvolver a possível solução, para que se um dia esta situação, tornar-se real, já existe a solução pré estabelecida, para a resolução do problema.

Mas, elevando o pensamento, para além do imaginário humano, é possível encontrar a fonte da solução, e até mesmo com ela interagir, convivendo além dos tradicionais, e conhecidos sentidos humanos. Os quais, no enfremtento do dia a dia, todos com eles convivem, com domínio e naturalidade. Este é o conhecimento empírico, acumulado em outras existências, manifestando na vida atual, em forma de novas descobertas. Quando na verdade é recordação do aprendizado, retornando de forma inconsciente como vocação, sendo sequenciado na vida atual, como eterno aprendiz que o sujeito é! Rumo às dimensões da vida eterna.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho

MUNDO REAL

O lirismo que emana, de um sonhador a sonhar, é vida plena a manifestar, em dimensões em que o ser humano, que não se permite sonhar, jamais será capaz de explorar. E com base nele realizar-se.

Mundo esse em que a vida, daquele que está a explorar, com determinação, persistência e resiliência, pode vive-lo, na vida real, desfrutando dos mais doces prazeres, que a vida está a proporcionar-lhe.

Por meio dos sonhos, o sujeito planeja, o como pretende viver. E o lirismo dos sonhos, o sujeito, realiza por meio do imaginário, o que a vida real não o permite. Devido ao fato de ela estar, fundamentada apenas, no palpável e no visível, ao alcança, dos limitados olhos da matéria.

Assim faz-se necessário, viver o lírico da vida, em paralelo à vida real. Para que em ambos fundamentado, o sujeito possa ser vitorioso. E sentindo o prazer da vitória, sentir também o sabor da gloria, de forma única só dele. Não como manifestação do egoísmo. E sim, para provar que a vida, vai além do mundo real que conhecemos e nele vivemos.

Autor: Ademildo Teixeira Sobrinho