BRASIL QUE QUEREMOS

BRASIL QUE QUEREMOS

A partir de um tempo indefinido no Brasil.
Caso não considerada as datas que ocorreram as invasões do território brasileiro pelos europeus.
Passou a legislar no Brasil, isso até recentemente, se é que assim já pode dizer, duas leis básicas:
Uma em uso desmedido e desproporcional conhecida como Código Penal. Ou como Código dos Três Pês.
O qual só era aplicado no pobre, no preto e na prostituta.
O outro conhecido como Código Civil.
O qual se aplicava nos crimes de colarinhos branco. Isso, quando era aplicado.
Motivo o qual, levou as classes sociais privilegiadas, nadarem de braçadas, em vários tipos de falcatruas… Devido a impunidade.

No momento contemporâneo ao início do século XXI, as coisas começaram a mudar, de forma um pouco mais justa em relação ao uso da lei no Brasil.
O então código civil, passou a ser usado com mais frequência nos chamados crimes do colarinho branco.
Sempre têm um ou outro dizendo ser injusto a punição aplicada a tal cidadão… Até mesmo dizendo por a mão no fogo por ele.
Será que este manifestante tem consciência do que disse? Normalmente em se tratando de uma família, na maioria das vezes, os pais, são os últimos a saberem o que o seu filho está fazendo, ou seja, é comum o sujeito não ter o domínio da própria casa, como pai…
Imaginem em uma casa de extensão territorial do tamanho do Brasil, com a sua população…? Como pode o sujeito defender o outro, com tanta convicção, sem nunca ter conversado com ele?

Ultimamente tivemos exemplos da aplicação da lei no Brasil contemporâneo.
Como recentemente ela foi usada, em desfavor, de forma justa segundo a constituição, sobre o ocupante do poder maior do sistema judiciário brasileiro… Isso nos leva a crer que o Brasil está no caminho certo.
Ainda têm muitas práticas do passado a serem corrigidas, chegar ao cem por cento é impossível, porém, ser mais justo além de ser possível, é dever! A lei tem que ser aplicada à quem fez por merecer, doa a quem doer.
Este é o Brasil que queremos e estamos defendendo.
Um Brasil sem privilégios e práticas abusivas.
Um Brasil em que os gestores temporários dos cargos eletivos e nomeados, estejam preocupados com a ética, e acima de tudo, com o próprio nome, pois, o nome do sujeito tem que ser o seu maior patrimônio.
A prática dos princípios éticos morais, têm que ser em todos os momentos, esteja aonde estiver.

Autor: poeta, Ademildo Teixeira Sobrinho

Anúncios