VALORES DA BUSCA

VALORES DA BUSCA

O viajar por universos desconhecidos
Para um aprendiz da vida
Transforma-se em inúmeras descobertas
De possibilidades aparentemente incertas
Para o entendimento da vida.
Como ela “é”.

O contexto das possibilidades
Ao ser incorporado ao mundo real
Transforma-se em rica fonte do saber
Onde o desejo de “ser” do ser…
É de fundamental importância.

Assim os valores da busca
Na inquietude do saber
Transforma o “ser” demandante
Em arquivo móvel de sabedoria.
O qual ao posicionar-se diante
Aos demais da espécie humana
É respeitado por todos
Como alguém que muito sabe.

Desta forma os valores do saber
Quando se tem o desejo de aprender
São qualificativos que emanam
Da essência de poucos “seres” e saberes.

Valores os quais ao serem elevados
A dimensão da vida individual
De um ser nas suas existências
É de valor incalculável sem igual.

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CADÊNCIA DO TEMPO

Enquanto os ventos soprarem
E a mim for consedida a vida
Serei dela aplicado aluno.
Estarei sempre a buscar
O aprendizado que me falta
Para assim justificar
O por que da minha existência.

Serei igual ao tempo
Que na sua calmaria
Está a alcançar novos dias
Na medida em que se passa.

Nesse ritmo cadenciado
Seguindo o passo a passo
Espero não ser atropelado
Pelas tempestades da vida.

Tempestades que ao manifestarem
Sua fúria pelas coisas erradas
Coloca o sujeito contra o muro
Para fazer-lhe correções
Pelos erros por ele praticados.

Assim os ventos ao soprarem
No ritmo do tempo cadenciado
Inspiram motivações para vida.
Certo que seguindo o seu passo a passo
O objetivo será alcançado.
Sem o trauma do atropelamento
Nem os sintomas do cansasso.

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COMPETENTE COMPETIDOR

A supremacia a ser alcançada
Pelos perseverantes a buscarem
Algo distante no horizonte.
Tem o sabor do néctar da flor
Quando é alcançada e degustada
Pelos atletas da vida.

O atleta ao ser preparado
Recebe o que lhe é necessário
Para competir e vencer.
Assim os perseverantes competidores
Ao buscarem a supremacia
São eles bem sucedidos.

Desta forma a então supremacia
Motivo do competir buscarndo
O alvo a ser alcançado.
É o reconhecimento merecido
De quem não perde tempo na vida
E jamais desiste do objeto.
Eis aí o prazer de ser
Um competente competidor.

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QUEM SOMOS E SEREMOS

QUEM SOMOS E SEREMOS

O planeta terra
No cumprimento da sua missão
Como planeta de teste.
Têm dentre seus habitantes
A espécie humana como predominante.

Espécie esta que na variedade
De “seres” e “saberes” entre os seus
Existe uma disparidade de evolução
Convivendo em uma mesma sociedade.
Sujeitas a contradições na interpretação
Buscando resoluções para suas demandas.

Elas convivendo entre si
No mesmo espaço geográfico
Não têm noção nenhuma
Das questões individuais.
Do por que têm que ser assim.
Individualmente manifestam
Com precisão ou não…
Seu conhecimento ocultado
Oriundo de outras experiências.

Sempre que eles acontecem
São vistos como novas descobertas.
Como algo extraordinário
De origem inexplicável.
Porém, é bom que tenham o entendimento:
Isso humanamente falando!
Uma vez que ao “ser” humano
Nas múltiplas dimensões em que vivem
Habitando o planeta terra
Individualmente lhe é ocultado
O então conhecimento que tem
Oriundo do seu passado.

Desta forma os seres humanos
São testados… Como o planeta em que habitam.
Nessa disparidade de “seres” e “saberes”
Com naturalidade surgem os conflitos.
Os quais têm que ser administrados
De forma a atender as demandas
Com atendimento huniversalizado.

Caso isso não aconteça, infelizmente:
As consequências são graves.
Não os puni por meio do esquecimento
Mas sim, por meio do retardamento
Do seu processo de evolução.
Adiando lhe, as novas oportunidades.

Este é o planeta no qual habitamos.
E os ditos seres humanos que somos.
Mas, na essência individualizada e coletiva
Quem somos e seremos
Ainda nos é ocultado.

Só temos acesso à essas informações
Por meio das intuições ocasionais
Sem o entendimento do porque aconteceram.

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JULGAMENTO INDEVIDO

A vida não é um mar de rosas
Nem o inferno em si!
O que a sua vida será
Só depende de você!
É colheita das suas opções!
Se terás paz ou não…
Só depende de você.

Valorar uma coisa ou a outra
É opção individual!
Em ambas têm consequências!
Se uma lhe traz o bem;
A outra lhe traz o mal.
Tudo é questão de discernimento
Na avaliação a ser feita
Antes de tomar decisão.

Não faça mal juízo da vida
Como se ela fosse tua inimiga.
O ato de julgar sem buscar
A verdadeira causa ou razão
Acumula incompreensões
Provocando violações
Nas coisas éticas da vida
Deixando enfermas feridas.
Cuidado com o julgamento indevido.

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CONVIVÊNCIA HUMANA

Em uma convivência pacífica
A análise crítica adequada
Sob os saberes individuais
Gera conhecimento multiplicado.

Ela, como mantra da paz
De forma crítica adequada
Tem que reinar soberana
Consiliando os saberes humanos.

A manifestação do eu do sujeito
Jamais pode ser imposta
Sobrepondo a segundos e terceiros
Mesmo sendo de conhecimento elevado.

Essas e outras são alternativas
Para que a convivência humana
Seja pacífica e esteja
Sempre a semear a paz.

PRIMITIVISMO HUMANO

PRIMITIVISMO HUMANO

Ainda que o tempo passa
E avanços tecnológicos aconteçam
A questão da contemporaneidade
É algo a se pensar.
A contemporaneidade de tempos remotos
Do início da civilização humana
E suas atitudes primitivas
Fizeram algumas vítimas.
Mas hoje… em pleno século XXI
Na sua contemporaneidade
Elas ainda acontecem
Em pessoas cultas que têm
O domínio tecnológico
Tidas como humanizadas.

Pessoas que devido ao conhecimento
E o domínio da arte de ensinar
São reconhecidas e respeitadas
Na área em que estão a atuarem.
Mas quando menos se espera
Elas esquecem quem são
Abandonam o domínio da razão
Agem com o primitivo coração
Agredindo sem ter razão.

Desta forma a contemporaneidade
Dos dias que estamos vivendo
Como sinônimo de progresso
Não acontece em todas as áreas.
Na tecnologia ele é um fato!
Mas nas relações humanas não!
O mínimo de contradição
Entre personagens A e B
É o suficiente para ferver
O dito sangue nas veias
E ter o orgulho ferido.
Neste momento a violência
Seja ela verbal ou física
Está prestes a acontecer.
E quase sempre acontece.
Mas… Até quando?
Ninguém sabe responder.

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COLETIVIDADE PLURAL HUMANA

A manutenção da vida social
Preservando direitos e deveres
No individual e no coletivo
Está fundamentada na prática
Da renuncia e do perdão
Para que a consiliação
Seja fértil e frutificada.

A renúncia não significa
Abrir mão dos seus ideais
Anulando-os cem por cento.
E sim para que na junção dos múltiplos
Servindo como parâmetros
Encontra-se o meio termo
Para o atendimento das demandas
Da sociedade envolvida
Na diversidade dos “seres” e saberes.

O importante é o sujeito saber
Que na vida social como um todo
A individualidade do sujeito
É elevada à extensão da família!
Da família à sociedade em que está inserida!
Da sociedade à extensão da nação!
Da extensão da nação à toda humanidade!
Definindo assim como é a vida
Na coletividade plural humana.

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LONGAS NOITES

Em uma noite de sonhos
Em que a pessoa ficou a sonhar
Mesmo estando acordada sonhando com o amanhã que virá
Como ele será???????
Interrogações são feitas…
Porém é bom lembrar
Em seguida a noite mal dormida
O resultado que dele virá
Pode definir o seu amanhã
Por toda a sua vida.

Quando o sujeito põe-se a refletir
No que a vida foi, é, e possivelmente será
De forma a encontrar o caminho…
A vida torna mais vida!
Nesse momento o sono perdido
Em uma noite sonhando acordado
Dele o resultado que virá
Normalmente ele será
Eternamente comemorado.

Porém a inquietação do viver
O sujeito não pode conter
Sentindo-se realizado.
A continuação dos sonhos
Irá lhe proporcionar o prazer
Da conquista de novos horizontes
Dando sequência na vida.
Em outras noites de sonhos…
Longas noites mal dormidas.