QUALIFICATIVOS DE UM ESTADISTA

QUALIFICATIVOS DE UM ESTADISTA

O nome do cidadão para ser elevado
À condição de estadista
Não depende de ele dizer “sou”!
Os qualificativos de um estadista
Sobressaem mesmo ele estando
Fora do exercício do poder.
Quando os três poderes:
Executivo, Legislativo e Judiciário.
O têm como base nas decisões
E deliberações na amplitude da nação.

Na política contemporânea brasileira
Nas suas múltiplas demandas de ações
Oriundas de todas as áreas.
Dentre os nomes a serem lembrados
Encontra-se o nome de um cidadão
Que mesmo afastado sofrendo represálias
Tem este poder de atuação.

Sua liderança é natural!
Tanto no sentido positivo ou negativo
Onde o lícito e o ilícito misturam-se
Sofrendo punições pelo que fez;
Assim como pelo que não fez;
Sendo que o ato de fazer ou não fazer
Ambos podem estar certos ou errados
De forma exagerada a fundamentarem
Futuras atitudes a serem deliberadas
Aos ex-correligionarios
E aos atuais adversários.

Por mais que no presente “ele”
Não seja estadista reconhecido
Pelo muito que fez e faz!
O futuro o reconhecerá
Devido ao extenso legado positivo.
Nesse momento o seu nome pode ter
Mais influência na política do seu país
Que os nomes dos que estão na ativa.
Esse, é o diferencial…!
Que ninguém pode negar.

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RETORNO DA EXPERIÊNCIA

O ser humano ao caminhar
Pela longa estrada da vida
Vivenciando o verbo viver
Nas suas múltiplas alternativas
Surgidas em forma de desafios
São obstáculos que ele tem
Quase sempre para justificar
O que aqui está a fazer.

Nesse momento o “ser”, fazer ou sonhar.
Seguir em frente, a direita, a esquerda ou até mesmo voltar.
São decisões a serem tomadas
Muitas vezes sem o tempo necessário
Para a decisão ser executada.
Neste caso a excelência da experiência
Pode ser sua principal aliada.

O desgaste provocado pela tensão
No ato de executar a decisão
Quase sempre é amenizado
Intuitivamente pelos parâmetros
Da experiência contida no subconsciente
Externando o dom do saber.
Estes são os benefícios do conhecimento.

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TEMPOS DE TEMPESTADE

As quastões ideológicas partidárias
Pode até ser motivos de opção
Para que o eleitor possa decidir
O candidato a receber seu voto.
Mas sempre que o eleito tende
Na resolução das demandas da nação
Colocar adiante a ideologia do seu partido
E não a solução ideal, ampla e irrestrita.
Pode ter certeza que pelas suas deliberações
Tempestades abministrativas virão.

O governador como gestor maior
Da administração de uma nação
O ideal, é seguida à sua eleição
Deixar de lado as questões partidárias
E pensar na unidade nacional
Como provedor do bem estar social
Sem a interferência da sigla
Do partido que o levou ao poder.
Pois ela nada mais é que o veículo
Por ele usado nessa investida.
Assim ele por certo evitará
Os tenebrosos tempos de tempestades.

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QUALIFICATIVOS DE UM PAÍS DESENVOLVIDO

QUALIFICATIVOS DE UM PAÍS DESENVOLVIDO

Para um país tornar-se
Desenvolvido e autosuficiente.
As questões sociais e capitalistas
Têm que andarem paralelas uma à outra.
Nenhuma pode sobrepor à outra.
Qualquer desnível nesses parâmetros
Provoca males quase que irreparáveis.

Os desníveis da distribuição de rendas
Produz poucos ricos, e muitos miseráveis
Vivendo à margem da vida.
Essa discrepância social é um dos males
Encontrados nos países subdesenvolvidos e pobres.

O ideal é a existência
De um “aconcordado” revezamento
Entre socialistas e capitalistas.
Uma vez que na teoria esperamos
E cremos que na prática também
Os socialistas preocupam com as questões sociais.
Enquanto os reconhecidos capitalistas
Preocupam com o desenvolvimento econômico
E tecnológico da nação.

Quando o social e o capital
Andam paralelos um ao outro
Os socialistas produzem mão de obra qualificada
A ser usada pelos capitalistas
“Tendo” de ambos os lados
O justo reconhecimento
E compensação financeira.
Esses são os qualificativos
De um país desenvolvido.
É isso que queremos para o Brasil.

Esta é a forma para o Brasil
Deixar de ser país do futuro
E ser país do presente.
Com o almejado desenvolvimento
Sendo realidade alcançada.
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QUEM AMA NÃO MATA

A jovem musicista matogrossense
De aparência branda angelical
Ao ser morta violentamente
Pelo seu companheiro e amante
Usando como arma um martelo
Deixou imenso vazio na família
E nos amigos por ela conquistados.

Hoje Maiara Amaral, não é apenas
Mais uma vítima do feminicídio.
E sim, mais uma voz silenciada;
Mais um violão espindurado;
Sem o vibrado sonórico dos seus acordes.
Executados por esta promissora musicista
A ecoarem nos sensíveis ouvidos de bom gosto.

A falta de humildade nos humanos
Provocado pelo entendimento do ego ferido
Está os levando a cometerem barbáries
Contra as mulheres supostamente por eles amadas.
Contradizendo a máxima que diz: quem ama não mata.

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GOLPE… NUNCA MAIS

José Teixeira, Zé Tito, Zé Pato
Não importa o nome pronunciado!
O importante é saber
Que nos idos anos sessenta
Este foi o umilde cidadão
Pouco escolarizado, sim!
Mas um sábio na arte da informação
A informar ao povo do sertão
O que aconteceu na implantação
Do então golpe militar.

Ninguém sabe como ele conseguia
Obter tantas informações, referente.
Porém, devido ao meio de comunicação
Existente naquela época.
Principalmente no sertão.
Ser o rádio a pilha pode ter cido
Ele a sua principal fonte de informação.
Devido ao fato de suas narrativas
Serem sempre no presente citando: hoje!
Ou no passado recente: ontem!
Na maioria das vezes.

Naquele momento eu ainda vivendo
A minha pré-adolecencia
Conhecendo a vida e o mundo
Pelo processo de alfabetização
Já no final dos anos sessenta.
Essas narrativas ficaram
Enraizadas nas minhas lembranças
As quais por certo continuarão
Por quanto tempo não sei.

Principalmente as narrativas que narraram
Os assassinatos bárbaros
Praticados a mando dos golpistas.
E a explosão e destruição
Do Lago das Rosas em Goiânia.
Possivelmente devido ao fato
De à sua margem estar instalada
A União Nacional dos Estudantes
(UNE) sede do Estado de Goiás.
Com base nessas narrativas…
Golpe militar nunca mais.

MUNDO DE CONTRADIÇÕES

MUNDO DE CONTRADIÇÕES

Enquanto nos versos cantados faltar
A rima da dor.
A vida sem rima não terá
O cheiro da flor.
As melodias que encantam
Os homens de mente San.
Serão algo que não transforma
O coração.

Nesses versos cantados eu pesso
Um breve regresso.
Ao mensageiro da paz
E ao bem que ele faz.
Que traga mais harmonia
À rotina dos dias.
Por ser ele o verbo falado
E anunciado.

Esse mundo de contradições
Não abranda os corações
Ao contrário os tira o sorriso
E os leva ao abismo.

Quem me deras se o homem tivesse
O desejo de conhecer.
As delícias da paz verdadeira
E do bem que ela faz.
Nossas vidas teria harmonia
Na rotina dos dias.
Não seria esse calabouço
Fonte de desgosto.

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AMOR, SOBERANO AMOR

Creio que semear o amor
Na esperança que um dia
Amplamente ele possa reinar
Não é apenas utopia.
Se existe quem semeia o ódio
A desarmonia e a violência
Por que não semear o amor!?

O mesmo verso interrogativo
Pode ser afirmativo.
Só depende da concordância
Para isso acontecer.
Nesse caso a concordância verbal
É você que prioriza e faz!
Seja também um bem feitor
Vamos juntos semear o amor.

Com o amor frutificando
Nos lares, sociedades e nações.
Não haverá sercas nem portões
Separando um “ser” do outro.
A constância da comunicação
É e será sinal de união.
A paz, a harmonia e o amor soberano
Com certeza reinarão.

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HISTÓRIA DE UMA NAÇÃO

A falácia da alta cúpula
Da incoerente política brasileira
Nas entrelinhas da comunicação
Que advém do poder maior.
Têm o objetivo de ocultar
A realidade de um ocorrido
Por meio do falso testemunho
Anulando a veracidade de um fato
Ocorrido na história brasileira
Enraizado nas nossas memórias.

É uma atitude audaciosa
Um tanto quanto absurda
Implantar nas nossas memórias
Uma nova versão de um fato.
O protagonista desta ideia
Tem o objetivo de tornar-se
Um dos maiores estadista
Que o Estado brasileiro já teve.
Mesmo que por vias tortas.

A negação deste triste fato
Dando à ele um novo contexto
Não pode acontecer e prevalecer.
A história de uma nação
Não pode ser destruída
Nem dar à ela nova versão.
Pois a verassidade dos fatos
Comprova a sua existência
Sobrevivendo aos tempos.
Não existe nação sem história!
Mas tem que ser verdadeira.

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EU E MINHA SOLIDÃO

EU E MINHA SOLIDÃO

Eu e minha solidão
Sem saber o que fazer
Pra curar essa paixão
Que não para de doer.

Ficamos a Deus dará
Andando pelas calçadas
Com os olhos marejados
Caracão esperançado.

Chuva caindo
Eu nas calçadas
Todo molhado
Sem minha amada.

A água do pranto e da chuva
Misturadas confundiam
Os que para mim olhavam
Solidão me consumia.

Naquele triste viver
Sem querer eu procurava
Em cada rosto que eu olhava
Um pouquinho de você.

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IDEAL EVOLUÇÃO HUMANA

A comunicação contemporânea
Por meio da tecnologia da informação
Ultrapassou a barreira do tempo
E a fez ficar instantânea.
O domínio das novas ferramentas
Como os aplicativos específicos
No atendimento das demandas
Que emanam do ser humano.
Transformou-se em ameaças
Para o seu sossego em parte.

Devido ao fato de o ser humano
Na amplitude da sua experiência
Manifestar evoluções distintas.
Até na indispensável ideal.
Os princípios éticos morais
Como mantenedores das boas relações
Infelizmente ficam comprometidos.

A expansão da comunicação positiva
Faz bem à todas as sociedades.
Enquanto a expansão da negativa
Provoca imenso mal.
E segue em velocidade tamanha
Que a criação dos filtros para contê-la
Fica aquém das necessidades.

O negativo disceminado
Pela comunicação contemporânea
Em várias áreas de ação.
Provoca atrazo intelectual
Na ideal humanidade evoluída.
A final… Onde ela está?
Que não contém os aquém?

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FRASEOLOGIA BRASILEIRA

A língua portuguesa brasileira
Na sua fraseologia espontânea
Contém um arquivo linguístico
Nas variações regionais
Que em muitos países não têm.

Isso é fruto das influências
De várias nacionalidades
Com suas línguas oficiais.
Acrescidas à língua mãe
Tupiguarany e seus dialetos.

A junção deste complexo linguístico
De beleza e riqueza sem igual
Proporciona aos seus naturais
Grandes autores literários
A construção poética e outras…

Na literatura poética a regionalidade
Ao narrar as suas tradições
Preservadas pelos seus clãs
Desperta nas gerações futuras
O desejo de também aprender.

Nesse desejo de aprender
Quando o futuro vira presente
É como luz resplandecente
A iluminar a cabeça de todos
Em uma construção verbal sem igual.

Assim a variação linguística brasileira
No seu trejeito de ser e fazer
É como água na nascente a jorrar
Descendo as encostas fazendo chuá chuá
Seguindo em direção ao mar.

Isso é a fraseologia brasileira
No contexto intercontinental
E suas nacionalidades.

LIMITES DE UMA EXISTENCIA

LIMITES DE UMA EXISTÊNCIA

Os limites de uma existência
São como prego na areia
Ou balanço a balançar.
Hora está para um lado
Hora está para o outro
Sem ter como firmar.

Nesse balanço constante
Vivendo as intempéries da vida
O sujeito sem saída
Fica sem definição.

Vivendo nesta situação
Até o seu coração
Diante da instabilidade
Implora socorro e piedade.

Os limites de uma existência
Por não encontrarem consenso
Transforma o pobre sujeito
Em indefinido e indefeso
Destinado ser levado a esmo
Sem ter onde parar.

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AMOR UNIVERSALIZADO

Em tempo de calmaria
Quando a poeira baixa
O sujeito deita e relaxa
E põe-se a refletir.

De onde venho?
Para onde vou?
Sequer sei quem eu sou!
Nem sei o que vim fazer…

Nesse momento o universo
Conspirando a seu favor
O transporta para um lugar
Repleto de paz e amor.

No instante transformado
Em mensageiro da paz
Levanta e semeia o amor
Aos povos por onde anda.

Convicto de ter encontrado
A missão que lhe foi confiada
Está por aí a anunciar
A paz do amor universal.

Amor sem credo sem cor
Que vai além das barreiras
Ultrapassando fronteiras
Amor universalizado.

Amor que a humanidade carece.

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GANÂNCIA DA EXPLORAÇÃO

Mineiros…
Não são apenas os nascidos
No Estado de Minas Gerais.
Mineiros…
É também qualificativo
Dos trabalhadores nas minas
De minérios espalhados
No território deste estado.
Ou em outra localidade.

São riquezas extraídas
Do subsolo a gerar
Grandes lucros financeiros
Para os seus exploradores.
Tendo como sinônimo
De nome de explorador
A Vale do Rio Doce
Mineradora sem pudor
Na ganância de explorar.

Que como as demais
Não fizeram avaliação
Do poder de destruição
Da revolta da natureza.
Que tendo várias focos
Espalhados em todo estado
Em conspiração revoltados
Como vulcão em erupção
Formam Tsunâmes com as lavas
Rejeitos da exploração.

Para os “explorados” mineiros
Trabalhadores nas minas
Pouco é desenvolvido
Sistemas de segurança
Que preserve suas vidas.
Quase sempre são armadilhas
Quando a natureza revolta
São eles desvalorizadas vítimas.

Que não tendo valor nenhum
São números estatísticos
A serem anunciados
Como mais um sepultado.
Diante de tamanha destruição
Provocada pela exploração
E da revolta da natureza
Transformam-se em pó no chão.

FESTA DA NATUREZA

FESTA DA NATUREZA

Com o movimento do vento
As árvores a balançarem
No espaço livre a bailarem
Parecem estar falando:
Como é gostosa a liberdade!
Em meio a beleza da natureza
E da biodiversidade.

Borboletas multicores
Em meio ao colorido das flores
Com os pássaros felizes a voarem
Ou cantando nos galhos das árvores
Formando orquestra sinfônica
De armonia sem igual.

Lá no sertão é assim!
E a vida lá então…
Preserva um elevado padrão
Que na cidade não tem.
Água natural das nascentes
Escorrendo nas direções
Dos quatro pontos cardeais;
Dos quatro pontos colaterais;
E dos seus intermediários.

A natureza é assim!
Não existe nada igual.
Desde nossos ancestrais
Ela está a nos fornecer
O essencial para a vida.
Com o movimento do vento
E da biodiversidade
Nela não existe rotina.
É festa em todos os momentos.

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ATORES DA VIDA REAL

Os atores amadores percorrendo
A estrada da vida interpretam
Personagens da vida real
Nos palcos armados a margem
Sem perceberem o que fazem.

Essa interpretação depende
Da atuação do oponente
E do assunto a ser discutido.
Sem que ele também perceba
O potencial da sua atuação.

Como torcedor do time A.
Versos torcedor do time B.
Ou divergentes da política.
Cada um interpreta suas personagens
De forma o oponente convencer.

Assim os atores da vida
Seguindo a sua estrada
Ao ocuparem seus palcos
Sem perceberem o que fazem
Revelam-se grandes atores.

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O QUE SÃO OS VERSOS

Na literatura poética
Versos são conjuntos de palavras
Estruturadas na forma linear
Os quais independente do número
No contexto formam uma estrofe.

As estrofes sequenciadas
Na narração de um tema
Independente do número
Foram um belo poema.
Um poema que fala do amor;
Da sua dor e de outras;
Que ao se manifestarem
Tira o sujeito do eixo.

Poemas são narrativas
Que falam da vida como um todo
Desde a vida terrena
À vida interplanetária
Nas múltiplas existências.
Narrando abundâncias e carências
Independente do “ser” que se trata.

Ser pedra, poeira cósmica, raio de luz, não importa.
A poesia na sua melodia
Está sempre a narrar
O conhecido e o desconhecido
Segundo o mundo que habita
E a dimensão que o seu autor vive.
Tudo isso é superficial.

A verdade é que falar o que são os versos
No contexto da razão
Vai além do conhecimento humano.
Que na sua definição
Esbarra no “ser ou não ser”
“Eis a questão”.
Provocando imensa confusão.

OTAMIR GONTIJO

OTAMIR GONTIJO

Em dias que não voltam mais
No tempo a distanciar
Há lembranças que não apagam
Para o poeta e para aqueles
Que viveram esses dias
Como testemunhas oculares
Da arte de Otamir Gontijo.

O inesquecível Otamir Gontijo
Na arte da transformação
Transformou madeira bruta
Em belas obras de arte
De primeira necessidade
Para o embelezamento dos lares
Nos dias em que ele viveu.

Usando o serrote, a enxó, a plaina, o martelo, o esquadro, o formão e a habilidade das mãos
Na arte da transformação
Deixou legado histórico
Lá pras bandas do sertão.

Usando essas ferramentas
E a madeira seca das matas
Fez monjolos, mesas, cadeiras e prateleiras.
Dentre outros gêneros tidos
De primeira necessidade
Nos lares do sertão brasileiro.
Motivo este pelo qual
Dedico esta homenagem
Ao amado Otamir Gontijo.
O artista da transformação.

Obs.: Otamir Gontijo, é filho de Nem Major, antigo morador da Galena, nos tempos de Santana do Caricó.

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ESSÊNCIA DA VIDA

O tempo passa…
Com ele os momentos vividos vão
Deixando um imenso vazio
No presente e no coração.
A alma chora, o peito doi.
Descompassado o coração bate
Sentindo imensa saudade
De todos, alí presentes.

Dentre os momentos vividos
Entre parentes e amigos
Cito a festa de bodas de ouro
De Ercílio Teixeira (Tito)
E de Dorvalina sua amada
A eterna, “tia Dorva”.
Que esbanjando atenção e carinho
Deu atenção à todos
Como se fossem seus filhos.

Lembrar aquelas horas vividas
Desde antes do anoitecer, indo
Além do amanhecer do novo dia
É motivo de felicidade.
Foi um banquete sem igual!
Refrigerantes, shops e quentão
Foram servidos a vontade
Com alimentação farta
De iguarias variadas.

Tempo, tempo, tempo.
Tempo que não volta mais.
Enquanto o tempo passa
A distância no tempo aumenta
Aumentando também a saudade.
Enquanto isso a vida segue
Proporcionando novos momentos
A ficarem distantes no tempo.
Assim é a essência da vida.

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MARIA SEMPRE MARIA

Maria, Maria, Maria…
Maria mãe de todos
De todos os pecadores
Que nesta terra sombria
Vagueiam todos os dias
Fazendo deles degraus.

Entre tantas dignas Marias
Existe Maria José, Maria Madalena, Maria Elena…
Em um número incontável
Que cresce todos os dias
No âmbito de todas as famílias.

Mas existe uma Maria
De um singular sem igual
Maria Teixeira Roque.
Esta nobre cidadã
Nos lugares por onde andou
Muitos admiradores conquistou.

Seu nome é sempre lembrado
Por todos que a conheceram.
Como mãe exemplar
Sempre dos filhos a cuidar
Com muita dignidade
Fazendo jus ao nome que tem.

Quantas Marias existe ninguém sabe
Mas sabe que ambas as Marias
São mulheres e mães de verdade.