INCÓGNITAS DO DESTINO

INCÓGNITAS DO DESTINO

 

Nasci no mato, no mato cresci.

Bicho do mato eu sou! Porém,

As incógnitas do destino na sua dinâmica

Conduzidas pelas demandas da vida

Trouxeram-me para cidade grande.

 

Vivendo na cidade grande

Nas encruzilhadas das suas veias

De fluxo humano constante

Para mim tudo era novidade!

Causando-me muita anciedade.

 

Percorrendo suas veias

Contemplando monumentos históricos

Símbolos e textos de histórias distantes

Tanto da cronologia, quanto das minhas origens

Despertaram-me o buscar conhecimentos.

 

No ato da contemplação eu perguntava

Como será que é la dentro?

Enquanto outras perguntas

Surgiam inquietando o meu “ser”

Dando sentido ao meu viver.

 

Com o passar e a dinâmica do tempo

As incógnitas rotineiras do destino

Incluíram-me na história desses monumentos

Tornei-me participante ativo nos seus ambientes

Buscando aprendizado, construindo meu legado.

 

Assim desvendando e vivenciando

As incógnitas do destino e vivendo-as

No contemporâneo, aqui estou!

Para onde vou, eu não sei!

Mas por certo, um dia lá…, eu estarei.

 

 

 

 

 

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