VERBO “SER”

VERBO “SER”

 

Desde muito… Que eu

Sentindo-me impedido

De conjugar o verbo “ser”

Dizendo “sou”! De cabeça erguida

Ciente da certeza que “sou”

Exatamente quem eu digo “ser”.

 

Hoje, sem duvidar quando digo “sou”!

Ou tropeçar no “ser” ou não “ser”

Tenho certeza que “sou”

Exatamente quem eu digo “ser”!

Ciente que jamais serei

Quem eu digo não “ser”.

 

Um dia ao perguntar: quem sou eu?

A um sábio amigo meu

De pronto ele respondeu-me:

Tu és um grande poeta!

Surpreso com a resposta

Maravilhado e emocionado, fiquei.

 

Desde então, consequentemente, mudei.

O meu jeito de “ser” e de pensar

Crendo “ser” quem hoje “sou”

Sigo feliz o meu caminhar.

Exaltando a vida que a vida

Expontaneamente está a proporcionar-me.

 

Como poeta que hoje “sou”

Faço uso literal e preciso

Da semântica do verbo “ser”

Quando digo: “sou” poeta!

Mesmo sabendo que o que “sou”:

Pouco depende do meu querer.

 

Eis a questão do “ser” ou não “ser”.

Palavras de um grande “pensador”.

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